Logo R7.com
RecordPlus
R7 Entrevista

Michelle Barros fala sobre a responsabilidade de comandar o Miss Universe Brasil na TV aberta: ‘É preciso apresentar com riqueza de detalhes’

Ao lado de Natália Guimarães, a jornalista será responsável pela condução da grande final do concurso no dia 25 de julho, a partir das 22h30, na tela da RECORD

Entrevista|Ana Damasio*, do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Michelle Barros compartilha suas expectativas em apresentar o Miss Universe Brasil 2026 Reprodução/Instagram

Após sete anos longe da TV aberta, o Miss Universe Brasil volta para onde não deveria ter saído. Em 2026, a final do concurso será transmitida pela RECORD. Muita coisa mudou na competição, o limite de idade acabou, mães são bem-vindas para participar e a edição bateu recorde de participantes, com 31 misses.

Mas uma coisa que não mudou foi a participação da jornalista Michelle Barros como apresentadora. No ano passado, ela tinha acabado de sair do reality show A Fazenda quando recebeu o convite para apresentar o Miss Universo, mesmo longe das transmissões ao vivo e com toda a loucura do pós-reality, Michelle deu um show conduzindo o concurso que elege a melhor Miss entre representantes do mundo inteiro.


Veja Também

Agora, ela é escolhida novamente para estar à frente da apresentação do concurso de beleza, e não poderia estar mais animada com o convite.

Em entrevista ao R7, Michelle elogia as mudanças na competição, que se adaptou ao mundo contemporâneo e conta com mais inclusão. Compara a preparação de apresentar o Miss Universo e o Miss Universe Brasil, e diz o que é essencial para se dar bem no concurso: “A personalidade delas será o item crucial para que se destaquem no concurso”, destaca.


Veja a entrevista na íntegra:

R7 - O Miss Universe Brasil 2026 marca o retorno da transmissão do concurso à TV aberta. Qual é a expectativa para comandar o concurso ao lado da Natália Guimarães na tela da RECORD?

Michelle Barros — Isso só aumenta a minha responsabilidade em estar devidamente preparada para transmitir o evento com domínio das informações do concurso, das etapas, da história das candidatas e da relevância desse espetáculo para a sociedade atual, já que ele mais do que nunca tem nuances extremamente contemporâneas, como, por exemplo, a diversidade, o não limite de idade e a participação de mães.


R7 - O que mudou na sua preparação em relação ao ano anterior?

Michelle Barros No ano passado, o foco era apresentar a grande final mundial, o que exigia um olhar também para as candidatas de fora e, em especial, para a nossa representante, a Maria Gabriela Lacerda. Agora, na grande final brasileira, é preciso apresentar com riqueza de detalhes todas as 31 participantes do país. E cada uma tem suas peculiaridades, suas trajetórias de vida, seus projetos e sua diversidade. E todos esses pontos são relevantes para a escolha da próxima Miss Universe Brasil, exatamente por conta do olhar contemporâneo que o concurso passou a ter. Agora, por assim dizer, é como se a candidata fosse analisada a 360 graus para que tenha relevância de fato e possa defender o país no mundial.


R7 - O que você achou das mudanças? Como o aumento de número de participantes, a inclusão de mães e o fim do limite de idade

Michelle Barros Acho que o concurso hoje abraça a mulher como ela é na atualidade: a mulher que se preocupa em cuidar do seu corpo, mas também da sua mente; que enfrenta jornadas variadas sendo profissional, estudante, mãe, empreendedora; que desempenha papéis fundamentais na sua comunidade, por meio de projetos sociais; e que tem a cara da sua região, diversa, rica. O Miss Universe Brasil está contemporâneo e plural, e vai ser lindo assistir a tudo isso.

‘Acho que o concurso hoje abraça a mulher como ela é na atualidade: a mulher que se preocupa em cuidar do seu corpo, mas também da sua mente’

(Michelle Barros)

R7 - Existe alguma pressão diferente em apresentar pela segunda vez comparado à estreia?

Michelle Barros — Agora, estaremos com todos os olhares do Brasil voltados efetivamente para esse concurso. Até porque estaremos na TV aberta, depois de anos fora, num momento latente de força e empoderamento da mulher e com uma diversidade linda de ser vista no palco! Acho que isso traz uma responsabilidade imensa em conduzir as etapas ali do espetáculo da competição porque falaremos de mulheres incríveis e de suas regionalidades. Acredito que a mulher brasileira vai se enxergar ali.

R7 - A votação popular deste ano dá ao público um poder que ele não tinha antes. Isso muda a pressão sobre você como apresentadora, tendo que mediar essa participação ao vivo?

Michelle Barros — A votação popular está ocorrendo e vai ocorrer até a grande final. Saberemos ali, na hora, o resultado. Acho que isso traz uma magia incrível ao suscitar as comunidades a participarem defendendo suas representantes, além de ser uma conexão maravilhosa entre a organização do evento, as Misses e a população, que terá o poder de opinar e participar ativamente também.

R7 - Se você pudesse cravar um palpite, mesmo sem poder revelar detalhes, o que faria uma candidata se destacar nessa edição pra você?

Michelle Barros — Acho que todas as candidatas têm ciência disso: a personalidade delas será o item crucial para que se destaquem no concurso. Não basta ter beleza e uma passarela perfeita. A segurança, a força, o olhar e o conteúdo farão a diferença.

R7 - O que você diria para a Michelle que apresentou em 2025, sabendo o que sabe agora, antes dessa segunda edição?

Michelle Barros — Eu diria que sua preparação tem que ser ainda mais profunda a cada nova edição!

*Estagiária sob supervisão de Juliana Lambert

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.