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Como um pedaço de bacon causou uma tragédia que comoveu a Itália

Jovem engasgou com a comida, foi socorrida, passou quase uma semana na UTI de um hospital, mas não resistiu aos danos e morreu

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Rachele Ferrara, de 28 anos, engasgou com uma fatia de bacon em Capodimonte, Itália, e não resistiu após quase uma semana na UTI.
  • A tragédia mobilizou a imprensa italiana e a prefeitura local decretou luto, cancelando eventos em homenagem a Rachele.
  • Os pais, ligados à Cruz Vermelha, tentaram desobstruir as vias aéreas antes de Rachele ser levada de helicóptero ao hospital.
  • A morte de Rachele gerou aumento na busca por informações sobre a "manobra de Heimlich" na internet italiana.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Rachele Ferrara trabalhava como bartender e era mãe de duas crianças Reprodução/Redes sociais

Uma simples refeição se transformou em uma tragédia na Itália. Uma jovem de 28 anos engasgou enquanto comia uma fatia de bacon na casa da mãe, em Capodimonte. Rachele Ferrara percebeu que não conseguia respirar e se desesperou. Ela foi socorrida e levada ao hospital, mas os danos foram irreversíveis, e morreu quase uma semana depois do incidente.

Seu drama mobilizou a imprensa italiana ao longo dos dias. Com a sua morte, a prefeitura de Capodimonte expressou solidariedade à família e decretou a suspensão de eventos de entretenimento em sinal de luto. A cidade iria receber um show musical nesta semana, que foi cancelado em homenagem à Ferrara.


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Segundo a edição romana do jornal Corriere della Sera, na tarde do último dia 13 de agosto, Rachele Ferrara saiu correndo para a rua em busca de ajuda depois que percebeu que não conseguia respirar por causa de um pedaço de bacon que estava obstruindo suas vias aéreas.

O atendimento não demorou, apontam os relatos da imprensa local. Os pais, que são ligados à Cruz Vermelha, foram os primeiros a tentar manobras de desobstrução das vias aéreas. Em seguida, a jovem foi transferida de helicóptero para um hospital da região, onde permaneceu na UTI. Durante cinco dias, os médicos realizaram procedimentos para tentar reanimá-la, mas os danos causados pela prolongada falta de oxigênio no cérebro haviam sido graves. A jovem teria ficado sem oxigenação por cerca de 20 minutos. Na última quarta-feira (19), o hospital confirmou a morte cerebral e o consequente falecimento de Rachele Ferrara.


A jovem era bastante conhecida na pequena comunidade de Capodimonte, que tem menos de 2.000 habitantes, onde trabalhava como bartender em um estabelecimento. Rachele era mãe de duas crianças, de 8 e 5 anos de idade.

Após a sua morte, a família divulgou que irá autorizar a doação de seus órgãos. A imprensa italiana, por sua vez, passou a destacar medidas para identificar situações de risco com engasgos e como reagir.


Logo após a confirmação do falecimento de Rachele, a busca pelo termo “manobra de Heimlich” (manovra di Heimlich, em italiano), usada para repelir um corpo estranho antes que a pessoa perca a consciência, aumentou na internet do país. A procura por informações sobre o termo foi mais de 1.000% maior em comparação com o mesmo período na semana anterior, segundo dados do Google.

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