Irã estava 'debilitado' e não tinha outras alternativas, afirma especialista sobre cessar-fogo
Leonardo Trevisan avalia que o acordo reflete fraqueza militar do país e aponta impacto na nova geopolítica regional
Jornal da Record News|Do R7
“O Irã estava profundamente debilitado e não tinha mais o que fazer”, afirma Leonardo Trevisan, professor de Relações Internacionais da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), ao comentar o cessar-fogo entre o regime de Teerã e Israel, mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
“Netanyahu [primeiro-ministro israelense] disse várias vezes que, quando esse conflito terminar, haverá um novo Oriente Médio em que Israel será reconhecido e reconhecerá os árabes. Era nesse contexto que o Irã, de certa forma, não cabia. Aquele Irã agressivo, com a possibilidade de um armamento, não cabia, precisava sumir”, afirma o especialista em entrevista ao Jornal da Record News de segunda-feira (23).
Apesar dos ataques recentes a bases americanas no Catar, Trevisan destaca a fragilidade militar do Irã, decorrente de derrotas para Israel e da falta de apoio de aliados como Rússia e China. Ele ressalta que os palestinos devem ser os mais afetados pelo acordo, como parte de um rearranjo geopolítico que visa a um Oriente Médio pós-petróleo, impulsionado por tecnologia e investimentos.
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