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GM pode investir em híbridos para conter fuga de clientes que não querem elétricos

Chineses têm a fórmula que pode servir para atender ao pedido do consumidor

Autos Carros|Marcos Camargo Jr. e Marcos Camargo Jr.

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Getty Image/Reprodução

Embora a General Motors tenha vendido 2,6 milhões de veículos apenas nos Estados Unidos em 2023, superando os 2,3 milhões de 2022, os concessionários argumentam com o grupo que, no momento, os clientes têm uma preferência por comprar mais carros híbridos do que elétricos.

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Da mesma forma, os concessionários observam os movimentos da GM. A marca adiou a produção da Silverado EV por falta de demanda, o Bolt saiu de linha sem uma nova geração e também a Blazer e o próprio Equinox EV tiveram o início da comercialização adiados.

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Ao observar a própria GM, a marca sugere que a solução pode estar na China. O sucessor do Cadillac XT5 e o novo Equinox a combustão foram desenvolvidos precisamente na China, onde a tecnologia híbrida também é amplamente difundida.


A CEO do grupo, Mary Barra, afirmou em entrevistas à mídia internacional que a General Motors detém a tecnologia, mas está atenta para a direção do mercado. Ela acredita que os consumidores desejam "migrar para os veículos elétricos o mais rápido possível".

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De fato, ainda não há um anúncio concreto de que teremos carros híbridos nos Estados Unidos. No entanto, é um fato que marcas concorrentes, como Stellantis (Jeep e RAM), Ford, além da Toyota, já contam com carros híbridos no mercado norte-americano. Na China, a GM atua mais com carros elétricos de subsidiárias dos grupos SAIC e Wuling, e tem alguns modelos com sistema híbrido leve, como o Monza e o sedã da Buick Velite 6. A marca Buick, que possui grande aceitação no mercado chinês, pode servir como uma introdução e difusão da tecnologia híbrida.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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