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Tank 300 será primeiro híbrido plugin flex do mundo

SUV manterá tração 4x4 e potência em torno dos 394cv com estrutura de chassi

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GWM Tank 300 será primeiro híbrido plugin flex do mundo Marcos Camargo Jr. 24.04.2026

A GWM confirmou no Salão de Pequim que o Tank 300 será o primeiro híbrido plugin flex do mundo. E ele chega aos concessionários nos próximos dias pois já está, inclusive, homologado para rodar com etanol, gasolina ou qualquer proporção de mistura dos combustíveis.

GWM Tank 300 será primeiro híbrido plugin flex do mundo Marcos Camargo Jr. 24.04.2026

O Tank 300 Hi4T combina motor 2.0 turbo com motor elétrico e deve manter a potência de 394cv com 76kgfm de torque e transmissão dedicada para modelos híbridos com 9 velocidades.


GWM Tank 300 será primeiro híbrido plugin flex do mundo Marcos Camargo Jr. 24.04.2026

Certeza mesmo é que o sistema 4x4 não sofrerá alteração assim como as baterias NMC de 37kwh. Roda até 75km no modo 100% elétrico mas durante nossa avaliação percorremos em um dia 100km na cidade.

GWM Tank 300 será primeiro híbrido plugin flex do mundo Marcos Camargo Jr. 24.04.2026

Diferente de boa parte dos SUVs híbridos, a estrutura é de chassi sobre longarinas, três bloqueios de diferencial (dianteiro, central e traseiro), tração 4x4 com reduzida e suspensão reforçada e seletor de terrenos.


GWM Tank 300 GWM/Divulgação

O visual também não muda com perfil quadrado, os cinco lugares e faróis redondos.

Nas dimensões, o Tank 300 Hi4-T mede 4,76 metros de comprimento, 1,90 metro de largura, 1,90 metro de altura e 2,75 metros de entre-eixos. Ângulo de entrada de 32°, 22cm de altura do solo e 33° de saída.


Segundo os executivos da GWM que conversaram com o R7 a demanda pelo modelo flex não é exclusiva do Brasil embora aqui seja um mercado em potencial para a marca. Países como a Índia também vem ampliando o uso do etanol e biocombustíveis e também podem ter versões flex.


E essa solução flex será ampliada depois para o modelo de maior volume: o Haval H6. “O Brasil é um hub para atender outros mercados. Além da má alterações internas nos componentes há um desafio de calibração de software para desenvolver o motor flex. Temos equipes dedicadas no desenvolvimento e uma parceria com a Bosch fruto de um investimento de R$ 58 milhões neste projeto”, disse Chao Wang, gerente e Powertrain e Chassi.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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