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Bruno Laurence: Lendas não morrem — a despedida de um dos maiores da história do basquete

Respeitado por todos e ídolo de muitos, Oscar Schmidt mudou o esporte brasileiro

Espaço Prisma|Bruno Laurence, especial para o R7*

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Oscar Schmidt é marcado por jogador da Iugoslávia durante partida na Olimpíada de Atlanta Luludi/Estadão Conteúdo - 26/07/1996

Quantas pessoas, no mundo, podem dizer que, no que se propuseram a fazer, se tornaram um dos melhores da história?

São pouquíssimas. Oscar pode olhar com orgulho para uma carreira absolutamente brilhante.


Maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos.

Membro do Hall da Fama do Basquete.


Respeitado por todos. Ídolo de muitos. Imagina, Kobe Bryant, um dos maiores da história da NBA, pelo Los Angeles Lakers tinha como maior ídolo na infância Oscar, que era adversário do pai de Kobe, no campeonato italiano, no meio da década de 1980.

Oscar é um ídolo da Nação, alguém que mudou o esporte brasileiro. Que tornou o basquete brasileiro ainda mais respeitado no mundo todo.


Discutir quem foi maior ou melhor é algo que atende a critérios individuais e geralmente essa discussão não leva a lugar algum.

Mas a sala, onde os maiores da história estão, tem uma cadeira muito especial à espera de Oscar Schmidt.


Descanse em paz e, para todos nós, as lendas não morrem.

*Bruno Laurence é repórter esportivo da RECORD

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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