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Noriega: Vini brilha, mas Brasil surfa na onda de Matheus Cunha

Bom momento do camisa 7 também acontece pelo encaixe coletivo que o 9 proporciona

Espaço Prisma|Maurício Noriega, especial para o R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Vini Jr. e Matheus Cunha foram fundamentais na vitória do Brasil sobre a Escócia na Copa do Mundo.
  • Matheus Cunha, atuando como meia-atacante, foi crucial para o equilíbrio tático do time e para o desempenho de Vini Jr.
  • Apesar da melhora, o Brasil ainda enfrenta dificuldades em manter um ritmo constante e precisa corrigir falhas defensivas.
  • O próximo adversário do Brasil pode ser Holanda, Japão ou Suécia, com preferência por enfrentar Japão ou Suécia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Brasil avança com estrela Vini e a importância de Matheus Cunha Reuters/Nathan Ray Seebeck - Amanda Perobelli

Dois jogadores explicam a vitória sobre a Escócia e o melhor jogo do Brasil até agora na Copa do Mundo: Vini Jr. e Matheus Cunha.

Vini é o brilho, a fantasia e a eficiência. Finalmente desabrocha com a camisa do Brasil e repete na Seleção o que faz no Real Madrid.


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Está concentrado, não cede a provocações e nem provoca. A parceria vitoriosa com Ancelotti no clube merengue ecoa agora no time brasileiro.

Matheus Cunha não tem o brilho e a fama de Vini, mas taticamente é fundamental para que o astro do Real jogue tão bem. Ele dá ao meio-campo do Brasil a sustentação que o time precisa. As peças se distribuem melhor no gramado.


Embora jogue com a camisa 9, aquela normalmente reservada aos atacantes, Cunha atua como camisa 8, um ponta-de-lança, ou meia-atacante nos termos modernos. Ele conecta meio e ataque, o que a Seleção não teve na estreia contra o Marrocos.

Com Cunha, o jogo melhora para Bruno Guimarães, que fez a melhor partida na Seleção em muito tempo. Melhora porque, com as peças em seus lugares, a movimentação fica mais fácil, há menos buracos a serem cobertos e mais espaço livre para percorrer em ações de ataque.


Claro que ainda há o que corrigir. Falta ao time brasileiro ritmo constante. A equipe começa bem e, de repente, cai de produção.

É um dos problemas de um time que ainda luta para ter mais controle. Tem a ver com o estilo de jogo mais nervoso e reativo de Ancelotti.


Casemiro e Lucas Paquetá seguem abaixo do rendimento esperado no meio-campo e destoam do bom momento de Cunha e Bruno Guimarães.

Rayan entrou bem na equipe e deu a dinâmica que um jovem de 19 anos com talento deve dar. O time escocês, que é ruim de doer, só incomodou nas bolas cruzadas pelo alto. Nesse quesito, o Brasil precisa evoluir.

Felizmente, Alisson, injustamente criticado por muita gente, tem salvado a lavoura quando os zagueiros falham.

Fato é que o Brasil melhorou, venceu e espera Holanda, Japão ou Suécia. Seria melhor enfrentar Japão ou Suécia.

A Holanda venceu mais do que perdeu contra o Brasil em Copas: 3 a 2. Japão e Suécia têm bons times, mas os holandeses, embora respeitem e admirem, não temem o Brasil.

Que o time e Vini sigam surfando na boa onda que Matheus Cunha, o surfista da seleção, pegou na Copa do Mundo.

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