Veja dicas para ser efetivado em uma vaga temporária de final de ano
Vontade de fazer e agir ainda é o principal fator observado
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Você já recebeu alguma proposta ou conhece alguém que já foi chamado para uma vaga temporária de final de ano? Vendedores, caixas, estoquistas, atendentes, entregadores e empacotadores são as seis funções que mais chamam a partir de outubro para essa modalidade de contratação.
Além disso, existem as vagas temporárias para operadores e auxiliares de produção, quando as indústrias recebem pedidos além do normal devido ao período de aquecimento de comércio envolvendo as datas de Natal e Ano Novo.
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A questão é que, atualmente, a cada 10 gestores, sete estão pensando em substituir ou contratar profissionais para novas vagas em algum setor interno. E é exatamente aí que podemos agir para ficarmos com uma dessas oportunidades, com a contratação efetiva e registrada.
Esse período também é uma boa oportunidade para quem quer mudar de uma área para a outra. Devido à escassez de mão de obra em algumas funções, muitas empresas optam por chamar profissionais que nunca exerceram determinada função.
Vamos entender como podemos alcançar a tão sonhada efetivação depois de um período temporário?
Principais motivos para temporários não serem efetivados
Para que as contratações não ocorram, existem alguns motivos relatados por empreendedores em todo o país. São muitos, mas vou listar os quatro primeiros:
- Preguiça: a falta de iniciativa de fazer algo é a maior reclamação do empresariado. Portanto, isso nos deixa uma indicação clara de como apenas ter iniciativa pode ser um fator decisivo para a contratação efetiva de um temporário.
- O sentimento de “só vou fazer o meu trabalho”: a falta de vontade de ajudar pares no dia a dia de trabalho também é um ponto relatado. Não estamos falando sobre desvio de função, mas sim de uma ajuda única e pontual, uma vez ou outra, assim como todos os profissionais podem precisar de um apoio para fazer uma determinada ação. Coisa simples.
- Falta de pontualidade: a cultura do “só foi 10 minutos” também é um dos pontos mais relevantes e decisores para a não contratação de um temporário. Isso se dá pelo fato de atraso ser atraso, sendo 10 minutos ou 10 horas. Se o combinado é hora X, a hora cumprida precisa ser X. Para entendermos melhor, em 10 minutos se perde um grande possível cliente.
- Grupos de fofocas: popularmente chamados de panelinhas. Esse também é um dos motivos de dispensas de profissionais em períodos de experiência. Porém, não é somente pelo fato de existirem fofocas, mas sim pelos desentendimentos que surgem no ambiente de trabalho justamente por isso.
Esses quatro pontos nos mostram, de forma prática, o que não devemos fazer. Sendo assim, se não repetirmos tais ações, já estaremos na frente de muitas outras pessoas.
A vontade como principal fator
Entre muitos motivos e argumentações, a força de vontade é o ponto principal e que mais destaca um profissional perante uma gestão. Ter iniciativa, não esperar ninguém mandar fazer e querer aprender são as principais direções que podemos destacar para esse item, que, apesar de ser algo aparentemente clichê, não são exercidas pela maioria de profissionais. Isso não é uma opinião pessoal, mas sim de gestores de empresas.
Em muitos casos, se for alguém com muita vontade, muitas empresas contratam até mesmo profissionais sem experiência para determinadas funções, indo no caminho oposto ao “experiência em carteira” que tanto vemos em anúncios de vagas.
Preciso puxar o saco da chefia imediata?
Claro que não. Mas lembre-se, a única pessoa que pode lhe dar uma oportunidade efetiva é a liderança imediata. Logo, é necessário estar perto dela, participando, se disponibilizando, sendo visto.
Mas, calma. Isso não deve ser entendido como puxação de saco. E se alguém do seu ambiente achar que é, paciência. De qualquer forma, você vai precisar dar apoio à chefia.
Olhe só, em todos os momentos da vida você vai encontrar alguém para criticar ou olhar torto para você ou sobre o que você faz. Só siga o seu caminho. Você ficando revoltado ou não com isso, a única coisa que vai acontecer é que você vai ficar desestabilizado emocionalmente e, por consequência, nunca vai conseguir chegar onde quer.
Informe sobre o seu interesse
A comunicação sobre o seu desejo na efetivação deve ser feita, afinal, o contratante não tem como saber isso se você não falar.
Aqui vão alguns exemplos de abordagens nesse sentido:
- “Chefe, eu pretendo ser efetivado. Então, já quero comunicar isso”.
- “Chefe, eu comecei um trabalho temporário com a intenção de ter a efetivação. Pode me observar para isso?”
- “Chefe, avalie o meu desempenho. Se eu me sair bem, gostaria que me contratasse de forma efetiva”.
- “Chefe, me dê as missões para eu cumprir em troca de ser contratado efetivamente”.
- “Chefe, quais resultados devo gerar para sair de temporário para efetivo?”.
É claro que outras abordagens podem ser feitas, mas as acima são as que podem lhe dar um “norte” de como fazer.
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