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Quarta Instância

Nunes Marques tende a defender pena menor para Bolsonaro, mas STF deve manter condenação

Escolhido relator da ação apresentada pela defesa de Bolsonaro, Nunes Marques deve levar o caso ao plenário

Quarta Instância|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Nunes Marques deve relatar a revisão da pena de Jair Bolsonaro no STF.
  • Embora haja expectativa de redução, a maioria aponta para a manutenção da condenação de 27 anos e 3 meses.
  • Nunes Marques tem adotado uma postura que sugere a aplicação de penas mais brandas, evitando confrontos diretos com Alexandre de Moraes.
  • A defesa de Bolsonaro argumenta que houve erros processuais que violaram garantias constitucionais durante o julgamento.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nunes Marques
Nunes Marques é o relator do processo de revisão criminal de Bolsonaro Ana Rodrigues/TSE - 12.5.2026

O ministro Nunes Marques tende a defender uma redução da pena de Jair Bolsonaro no pedido de revisão criminal que será analisado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), mas a expectativa na Corte é de manter a condenação de 27 anos e 3 meses de prisão imposta ao ex-presidente.

Escolhido relator da ação apresentada pela defesa de Bolsonaro, Nunes Marques deve levar o caso ao plenário, que não deve reverter a pena aplicada pela Primeira Turma a Bolsonaro.


Interlocutores do STF apontam, contudo, que Nunes Marques deve liderar ou aderir a teses que busquem a redução das penas ou a aplicação de sanções mais brandas, fundamentando seu voto em uma interpretação menos rigorosa das condutas atribuídas ao ex-presidente.

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Nunes Marques tem evitado confrontos públicos diretos com o ministro Alexandre de Moraes, relator dos processos relacionados aos atos golpistas. No entanto, Nunes Marques sinaliza que vê “excessos” em algumas decisões de Moraes.


Em decisões anteriores sobre penas de acusados de envolvimento nos atos extremistas de 8 de janeiro de 2023, Nunes Marques já votou para absolver réus, pedindo a condenação somente por dano qualificado e deterioração do patrimônio público. Neste contexto, a dosimetria da pena ficou em dois anos e meio.

Nas ações, o ministro defendeu que não há elementos suficientes nos episódios daquele dia para configurar os crimes de associação criminosa, golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito.


A ação protocolada pelos advogados de Bolsonaro tenta anular ou rever a condenação imposta ao ex-presidente. A defesa sustenta que houve “erros de estrutura, de competência, de imputação e de subsunção penal” e afirma que o julgamento violou garantias constitucionais.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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