TSE quer ampliar sigilo do local de votação de mulheres vítimas de violência
O caso começou quando um agressor conseguiu rastrear o paradeiro da vítima utilizando o sistema de consulta de local de votação
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Corregedoria do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) estuda o aprimoramento da segurança de dados de mulheres vítimas de violência e grupos vulneráveis, como testemunhas protegidas e pessoas politicamente expostas.
O caso começou quando, em abril, a Ouvidoria do TSE foi acionada por uma eleitora vítima de violência persistente por parte de seu ex-companheiro.
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O relato expôs uma vulnerabilidade crítica: o agressor conseguiu rastrear o paradeiro da vítima utilizando o sistema de consulta de local de votação disponível nos portais da Justiça Eleitoral.
Diante do risco à sua integridade, ela solicitou o bloqueio imediato do acesso público aos seus dados no autoatendimento.
Embora limitações técnicas tenham impedido um bloqueio sistêmico imediato devido à proximidade do fechamento do cadastro eleitoral, o TSE agiu em caráter emergencial para restringir o acesso ao local de votação e à emissão de documentos daquela eleitora específica.
O processo está em andamento e as equipes técnicas estão trabalhando para implantar medidas que possam ampliar a segurança no acesso aos dados e, consequentemente, a segurança individual das eleitoras.
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