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Deflação é vista como positiva e uma esperança de atingir meta anual, analisa economista

IBGE divulgou um recuo de 0,11% no IPCA em agosto — queda mais intensa desde setembro de 2022

Conexão Record News|Do R7

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Dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que a inflação brasileira recuou 0,11% em agosto. A queda registrada foi de 0,37 ponto percentual em relação à taxa de 0,26 registrada em julho, pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor). A redução foi o primeiro resultado negativo desde agosto de 2024 e o mais intenso desde setembro de 2022.

O registro da diminuição dos índices veio do setor habitacional, além da queda na energia elétrica residencial. Já os setores de alimentação e bebidas e transportes tiveram forte impacto. Ao todo, neste ano, o IPCA acumula alta de 3,15%. 


Para Carla Beni, economista e professora da FGV (Fundação Getulio Vargas), o resultado é positivo para a economia no geral, pela redução no resultado acumulado do ano e uma esperança para que o índice da inflação feche abaixo do teto da meta de 4,50% ao ano.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (10), a professora também ressalta a importância de checar os itens mais presentes do dia a dia, nos quais a inflação pode ser mais sentida: “Eu sempre me atento mais à questão das alimentações, porque isso daí é o que pega na nossa vida no dia a dia. Passagem aérea, esse tipo de coisa, tem oscilação em julho, aí diminuiu agora em agosto, mas isso daí pega uma porcentagem muito pequena da população”.

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