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Matar chefe do Hamas é estratégia para os EUA se envolverem diretamente no conflito, diz professor

Tensão no Oriente Médio aumenta, assim como Netanyahu queria para prolongar a guerra e se manter no poder

Record News|Do R7

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Após a morte do líder político do Hamas, Ismail Haniyeh, na cidade de Teerã, capital do Irã, na quarta-feira (31), o governo dos EUA mudou de discurso e afirmou que irá participar do conflito diretamente. Segundo Leonardo Trevisan, professor de relações internacionais, em entrevista para a RECORD NEWS nesta segunda-feira (5), a tensão no Oriente Médio aumentou significativamente após esse assassinato, assim como queria Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, para prolongar a guerra e se manter no poder. Trevisan explica que matar o negociador do Hamas em território iraniano foi uma clara estratégia para os americanos entrassem de vez no conflito. No entanto, Trevisan afirma que assim que o combate terminar, o premiê e seu governo terão que prestar contas de inúmeras atitudes tomadas.

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