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Dino devolve para julgamento processo sobre governador-tampão no Rio de Janeiro

Análise sobre formato da disputa no estado pode ser retomada pelo plenário; placar está em 4 a 1 a favor de votação indireta

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Flávio Dino do STF devolveu o pedido de vista sobre a sucessão e eleições no governo do Rio de Janeiro.
  • Edson Fachin, presidente do STF, definirá a nova data para a votação do processo em plenário.
  • STF julga ações sobre o formato da eleição para governador-tampão até 2026, com 4 votos a favor de eleição indireta e 1 a favor de eleição direta.
  • Enquanto não há decisão, o presidente do Tribunal de Justiça do RJ, desembargador Ricardo Couto, comanda o estado interinamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro Flávio Dino
No último dia 9 de abril, o ministro Flávio Dino havia feito um pedido de vista Victor Piemonte/STF - 11.6.2026

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), devolveu o pedido de vista no processo que discute as regras de sucessão e a realização de eleições para o governo do estado do Rio de Janeiro. Com a devolução, o julgamento da ação pode ser retomado pela Corte.

O caso agora aguarda o ministro Edson Fachin, presidente do STF, que vai definir e marcar a nova data para a continuidade da votação em plenário.


O STF julga duas ações que discutem qual deve ser o formato da eleição para a escolha de um governador-tampão no Rio de Janeiro até o fim de 2026.

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No dia 9 de abril, Dino havia pedido vista. Na ocasião, ele afirmou que esperaria a publicação do acórdão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que condenou o ex-governador Cláudio Castro. O TSE publicou o documento no dia 23 daquele mesmo mês.


Em que pé está o julgamento

Antes do pedido de vista, o STF havia formado o placar de 4 votos a 1 para a realização de eleição indireta (realizada pelos deputados estaduais) para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro.

Os quatro votos a favor de eleição indireta são dos ministros Luiz Fux, André Mendonça, Nunes Marques e Cármen Lúcia. O voto a favor de eleição direta (com participação da população) é do ministro Cristiano Zanin.


Até que haja deliberação do STF, quem fica no comando do estado de forma interina é o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto.

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