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Mulheres usam códigos para pedir ajuda em casos de violência doméstica

Procuradora Nathalie Malveiro destaca importância de reconhecer sinais de socorro

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mulheres em violência doméstica utilizam códigos discretos para pedir ajuda, como pedidos de pizza.
  • A procuradora Nathalie Malveiro ressalta a importância de reconhecer sinais de socorro e desenvolver planos de segurança.
  • Treinamento de agentes de segurança é crucial para identificar pedidos incomuns como tentativas de socorro.
  • A legislação brasileira, como a Lei Maria da Penha, busca proteger vítimas, mas requer políticas públicas eficazes e conscientização social.

 

Mulheres em situações de violência doméstica frequentemente recorrem a métodos discretos para pedir ajuda, como pedidos de pizza ou remédios que indicam perigo iminente. Casos recentes na Bahia e no Mato Grosso do Sul ilustram essas táticas inovadoras. A procuradora de Justiça Criminal, Nathalie Malveiro, sublinha a importância de identificar esses sinais e utilizar canais de denúncia disponíveis para proteger as vítimas.

A violência doméstica geralmente ocorre em casa, um local que deveria ser seguro. Para se protegerem, as vítimas devem desenvolver um plano de segurança com locais seguros, palavras-código e estratégias de fuga. Nathalie Malveiro destaca a importância de ter uma chave acessível e combinar palavras de segurança com amigos e familiares para emergências.


O treinamento adequado dos agentes de segurança é crucial para reconhecer sinais de socorro. Pedidos incomuns feitos à polícia devem ser interpretados como possíveis pedidos de ajuda. A sensibilidade dos atendentes pode ser a diferença entre a vida e a morte dessas mulheres.

A legislação brasileira, incluindo a Lei Maria da Penha e a lei do feminicídio, visa proteger as vítimas de violência. No entanto, o cumprimento eficaz dessas leis requer políticas públicas robustas e apoio tecnológico como tornozeleiras eletrônicas para monitorar agressores.


A violência contra a mulher afeta não apenas as vítimas, mas também suas famílias e comunidades. A conscientização desde cedo é essencial para mudar a dinâmica social e reduzir a violência. A sociedade tem um papel vital na proteção das vítimas, podendo salvar vidas com ações simples.

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