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Pais podem ser responsabilizados por filhos ‘brincando’ com o porteiro do condomínio?

Tem gente que chama de brincadeira, mas, quando falta respeito, o assunto deixa de ser diversão e passa a ser um problema sério

Dr. Piterson Gomes|Dr. Piterson GomesOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Adolescentes em condomínios têm humilhado porteiros, transformando-os em alvos de brincadeiras de mau gosto.
  • É essencial que os pais estabeleçam limites, pois podem ser responsabilizados pelos atos desrespeitosos dos filhos.
  • O síndico deve agir prontamente, conversando com responsáveis e aplicando medidas como advertências e multas.
  • Respeito é uma obrigação para todos, independentemente da profissão, e deve ser ensinado desde cedo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Infelizmente, essa cena tem se tornado cada vez mais comum em alguns condomínios. Adolescentes fazem piadas, debocham dos porteiros, dão ordens em tom de provocação, gravam vídeos para redes sociais ou transformam os funcionários em alvo constante de brincadeiras de mau gosto.


A primeira coisa que precisa ficar clara é que educação não fica do lado de fora da portaria. Porteiros, zeladores, faxineiros e demais colaboradores estão trabalhando e merecem ser tratados com o mesmo respeito que qualquer outro profissional.

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Muita gente encara esse tipo de comportamento como “coisa de adolescente”. O problema é que pequenas atitudes de desrespeito, quando não são corrigidas, acabam evoluindo para ofensas mais graves, humilhações e até casos de intimidação.


Quando os responsáveis não estabelecem limites, o condomínio pode agir. Os pais ou responsáveis legais podem ser responsabilizados pelos atos praticados por seus filhos menores, principalmente quando há desrespeito às regras de convivência, ofensas aos funcionários ou prejuízos ao ambiente coletivo.

O síndico não deve ignorar esse tipo de situação. Conversar com os responsáveis, registrar as ocorrências, aplicar advertências e, quando previsto na convenção, até multas, são medidas importantes para evitar que o problema se repita.


No fim das contas, o porteiro não está ali para ser personagem de brincadeiras ou alvo de constrangimentos. Ele está trabalhando para cuidar da segurança e do bom funcionamento do condomínio.

Fica a reflexão: se ensinamos nossos filhos a respeitar professores, médicos e policiais... por que seria diferente com o porteiro? Respeito não depende da profissão de quem está do outro lado. É uma obrigação de todos nós.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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