Crianças e suas futuras profissões
Essa é uma geração que vai escolher com o que vai trabalhar
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

As crianças são o futuro da sociedade. Elas ocuparão os cargos que hoje vemos ao nosso redor em empresas, instituições e poder público. Mas será que elas estão sendo preparadas por nós, adultos, para serem bons profissionais?
Mas ainda... será que temos estimulado a identificarem o que gostam de fazer? Será que, por algum momento, imaginamos que temos um(a) gênio(a) dentro de casa?
Vivemos, historicamente, décadas em que alguns pais escolhiam o que os filhos iriam seguir como profissão. Com o advento das evoluções sociais, temos visto uma grande mudança nesse cenário.
A cada dia que passa, nossas crianças começam a ter posições que gerações anteriores não tinham. Eles conseguem definir o que gostam de vestir, o que gostam de comer e, por consequência, o que idealizam como trabalho no futuro.
Por esses dias, conversando com a minha filha Isabella, de 10 anos, ela disse que queria comprar uma chuteira para jogar futebol com as amigas do condomínio em que moramos, mas que tinha vergonha porque futebol é “coisa de menino”, segundo ela ouve muitas pessoas falarem.
Pois bem... eu lhe disse que futebol tem times de homens e mulheres, e que ela podia sim comprar uma chuteira e, quem sabe, ser uma grande atleta de futebol no futuro.
Apesar de acharmos estranho esse “excesso” de liberdade para os filhos, esse é o gatilho fundamental para que sejam boas pessoas, sejam ativas, que não aceitem tudo dos outros e que tenham posição sobre os assuntos mais diversos. A nossa missão é criar uma geração de crianças ativas e que tenham coragem de seguir o que gostam.
“Minha filha quer que eu faça um criadouro de baratas. Estou apavorado e não sei o que fazer.”
Essa frase foi a frase que o Cristiano Lima de Oliveira, de São Paulo – SP, me mandou. A resposta é... Se você conseguir, faça o criadouro de baratas.
Por mais que a ideia pareça absurda, você sabia que tem pessoas que ganham muito dinheiro vendendo baratas para zoológicos para alimentarem outros animais? Sim, é um mercado muito próspero em todo o mundo e que pode, sim, levar o(a) seu(sua) pequeno(a) ao sucesso profissional e financeiro.
O interessante dessas novas ideias de permitir que as crianças façam o que gostam é que podemos ter a consciência de que, nesse caso, elas podem aprender muitos fatores como...
- Responsabilidade: com um criadouro, a criança terá o sentimento de ser responsável pela alimentação das baratas. Isso cria alguns aspectos comportamentais, como ter disciplina com horários e senso de urgência.
- Avaliações críticas: é mais um item que pode ser aguçado na criança. Com a responsabilidade de criar as baratas, ela vai começar a analisar o que pode estar errado. Se em um dia as baratas estiverem muito agitadas e no outro não, terá a capacidade de questionar e se perguntar o motivo de estarem mais quietas. Isso estimula o senso de análise, o que pode ser usado em qualquer profissão.
- Buscas por informações: inicialmente será um assunto que a criança não conhece por completo. Sendo assim, isso poderá estimulá-la a ler e pesquisar informações sobre o assunto, como quantidade de alimentação, conservação e os cuidados para as baratas não morrerem no criadouro.
“Meu filho gosta quando me vê cozinhar e já pediu muitas vezes para ajudar, mas tenho medo que se queime.”
Algumas atividades e estímulos podem ter periculosidade para a criança. É aí que entra a análise de como ela pode ser introduzida sem que corra risco. Na cozinha, por exemplo, ela pode começar ajudando nas menores atividades. Com o tempo, pode evoluir para o uso de faca para cortar frutas ou legumes e, em seguida, podendo evoluir para frituras ou algo do tipo.
Você já imaginou que pode ter um(a) grande chef de cozinha internacional ao seu lado? Mas você só vai descobrir isso quando efetivamente permitir que isso seja desenvolvido.
Sobre esse exemplo, podemos destacar alguns pontos, como estímulo...
- Trabalho em equipe: esse é um fator que será usado em toda e qualquer profissão. Com a atividade de auxílio, a criança começa a analisar o cenário de como cada um pode ajudar e qual a sua utilidade no contexto da atividade. A falta de capacidade de trabalho em equipe é um dos comportamentos mais deficitários nos dias atuais.
- Aproveitamento de materiais: quando iniciar as atividades de cortes de legumes, por exemplo, começará a ver o tamanho ideal de corte para que não tire muitos insumos. Exemplo: uma batata, se for mal descascada, pode render pouco. Se for bem descascada, o nível de desperdício é reduzido. Essa responsabilidade também é interessante para os nossos pequenos começarem a entender.
A crença nos filhos, nas ideias mais improváveis
Acredite nele(a). Se o desejo é algo improvável, aos nossos olhos, estimule e incentive. Não tolha a genialidade dessa nova geração. Eles têm muito a contribuir com o futuro social e de empregabilidade. E nós, da geração anterior, não temos ideia do que eles podem descobrir nesse mundo. Portanto, largue, solte e deixe fluir.
PRÊMIO iBest
Entramos na última semana de votação do Prêmio iBest, no qual tive o prazer e a alegria de ser indicado para concorrer na categoria INFLUENCIADOR DE RH.
Por isso, quero pedir o seu apoio para essa votação. Se você acompanha e gosta do meu trabalho, peço também que mande aos seus amigos e familiares. Eu tenho certeza de que um pedido seu a eles não será recusado.
A Deus, o meu agradecimento. À minha família e a você, que me acompanha, a minha GRATIDÃO.
Abaixo, envio o link para a votação:
INFLUENCIADOR RH
https://premioibest.vote/793893165
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