Empréstimo com juros de 1,17% ao mês é boa alternativa para quem precisa reformar a casa?
Linha de crédito bancada pelo governo federal prevê juros baixos para famílias com até R$ 3.200 de renda; economista analisa
Conexão Record News|Do R7
O governo Lula calcula um subsídio de R$ 7,3 bilhões para bancar a linha de crédito para reformas habitacionais. Para famílias com até R$ 3.200,00 de renda, o empréstimo estará disponível com juros de pouco mais de 1% ao mês. Já no caso de famílias com renda de até R$ 9.600,00, a taxa será de quase 2% ao mês.
Para o economista Ricardo Troster, a iniciativa é uma boa alternativa para aqueles que precisam realizar uma reforma, mas ainda não é o crédito ideal. “Não faz sentido, num país que tem 77,8 milhões de cidadãos negativados, você cobrar IOF nas operações de crédito para eles e subsidiar para outros. O ideal seria um crédito barato para todos, para todas as linhas, não só para isso daí. Mas é uma iniciativa meritória, sim”, diz Troster, em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (19).
Ele aponta os benefícios que as pessoas eventualmente podem ter se optarem pelo empréstimo. "É uma boa alternativa para quem precisa reformar uma casa. Normalmente, nessa faixa de renda, são residências precárias. Um ganho a mais pode significar um cômodo a mais, pode significar mais bem-estar para essas famílias e é um investimento para essas famílias, pois valoriza seu imóvel", argumenta.
O economista ainda aponta para um problema recorrente no país: o endividamento. “Quase 80 milhões de pessoas com nome sujo, quase 7 milhões de empresas com nome sujo, é demais. Então você tem que fazer alguma coisa, e é um freio na economia. Alguém que está com nome sujo não consegue alugar um imóvel, ou às vezes não consegue um emprego porque está com nome sujo”, completa.
O PlayPlus agora é RecordPlus: mais conteúdo da RECORD NEWS para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!
Últimas

Gastos com pessoal e benefícios fiscais serão limitados a partir do próximo ano
Arcabouço restringe alta de 0,6% acima da inflação após déficit

Estados Unidos vão reforçar combatentes no Oriente Médio
6.000 oficiais estão a caminho da região em porta-aviões; outros 4.000 chegam até o final do mês

Exportação de petróleo do Brasil para a China mais que dobra no primeiro trimestre
Gigante asiático busca rotas alternativas ao estreito de Ormuz, afetado pela guerra no Irã

Bolsa de Valores cai e interrompe sequência de 11 altas
Dólar teve pequena queda nesta quarta-feira (15) e permanece no patamar de R$ 5

Governo propõe superávit primário de R$ 73 bilhões para 2027
Meta fiscal mira resultado positivo de 0,5% do PIB na próxima gestão

Furtos crescem 18% no Aeroporto Internacional de Guarulhos
281 casos foram registrados no terminal entre janeiro e fevereiro deste ano

Plano Nacional de Educação define metas para os próximos 10 anos
Estratégias propostas deverão ser acompanhadas a cada dois anos até 2036

EUA e Irã avaliam estender cessar-fogo por duas semanas
Em entrevista para emissora norte-americana, Trump disse que guerra está "muito perto do fim"

72% dos brasileiros dizem ter dívidas para pagar
Pesquisa Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril

Irã ameaça bloquear exportações em rotas alternativas ao estreito de Ormuz
País disse que vai impedir movimentação no Golfo Pérsico, Mar de Omã e Mar Vermelho

Donald Trump pediu que China não enviasse armas ao Irã
Presidente americano enviou carta a Xi Jinping; líder chinês respondeu que não fornecia armamento a Teerã

Número de eleitores brasileiros com mais de 60 anos cresce 74%
Pesquisa aponta que aumento foi cinco vezes maior que eleitorado geral nos últimos 16 anos

Irã usou satélite espião chinês para atacar bases dos EUA, diz jornal
Segundo documentos vazados, equipamento foi adquirido no final de 2024 pela Guarda Revolucionária

Xi Jinping se encontra com primeiro-ministro espanhol em Pequim
Líderes afirmaram que Europa e China devem estreitar laços para combater o multilateralismo

Xi Jinping defende respeito ao Estado de Direito Internacional
Presidente chinês criticou conflito e disse que mundo "não pode voltar à lei da selva"



