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Menos de 24% da população-alvo faz mamografia no Brasil

Médica alerta para importância do exame, que pode garantir diagnóstico precoce

Hora News|Do R7

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Duas figuras públicas vieram a público recentemente para compartilhar o diagnóstico de câncer de mama: a senadora Damares Alves e a empresária Val Marchiori. Ambas passaram por cirurgia e se recuperam bem, mas os casos ilustram a importância da mamografia para rastrear a doença.

Em entrevista, Viviane Rezende de Oliveira, cirurgiã oncológica e diretora de relações parlamentares da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica, explica que em sua fase inicial, o câncer de mama é assintomático, e a chave para o diagnóstico precoce está na mamografia e nos exames complementares.

De acordo com dados do Panorama do Câncer de Mama, a cobertura do exame no Brasil atingiu a média de 24% em 2024 — muito abaixo da recomendação da OMS, de 70%. A especialista elenca sinais de alerta que devem levar à busca por orientação médica. Entre eles estão a alteração da consistência da pele ou do mamilo, saída de secreção e aparecimento de nódulos.

A médica também explicou quais práticas podem contribuir para o desenvolvimento da doença. “Os hábitos de vida como tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, sedentarismo, hábitos alimentares inadequados ou não saudáveis, todos eles estão relacionados não só ao câncer de mama, mas a outros tipos de câncer”, diz.

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