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Alckmin diz ter ‘absoluta certeza’ que aprovação de Lula vai crescer em próximas pesquisas

Presidente em exercício disse que pesquisa que revela desaprovação recorde é ‘retrato do momento’ e que ‘quadro deve melhorar’

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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Solenidade foi realizada no Palácio do Planalto nesta quinta Cadu Gomes/VPR - 05.06.2025

O presidente em exercício Geraldo Alckmin comentou na manhã desta quinta-feira (5) o resultado da Pesquisa Quaest que apontou uma desaprovação ao governo Lula de 57%, pior índice do mandato. Para Alckmin, o dado é “uma fotografia do momento” e “quadro deve melhorar” na próxima pesquisa.

“Não vamos negar a pesquisa, mas ela é um retrato do momento. Do ponto de vista econômico tivemos um aumento da inflação, especialmente dos alimentos, [e aumento do preço dos alimentos] no ano passado devido aos efeitos climáticos. E isso deve mudar com o recorde de safra que teremos este ano”, disse.

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Alckmin avaliou que o Brasil deve ter um aumento de 10% na safra.

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“Tenho absoluta convicção de que nas próximas avaliações o quadro deve melhorar”, afirmou.

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A declaração foi dada durante cerimônia em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, no Palácio do Planalto.

Na solenidade, Alckmin assinou medidas para avançar e fortalecer a proteção do meio ambiente. O evento também contou com a presença do ministro substituto do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco.

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Meio Ambiente

Alckmin disse que “no Dia Mundial do Meio Ambiente não havia melhor maneira de comemorar esse dia do que avançando nas várias áreas para a preservação da nossa casa e do planeta”.

“Assinamos hoje os recursos de contrato para o Ibama, isso vai tornar o Ibama extremamente preparado com tecnologia, com os equipamentos que temos de mais modernos para a questão de combate às queimadas”, detalhou.

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Além disso, Alckmin assinou a APA (Área de Proteção Ambiental) dos Corais. “Os corais representam 0,1% do oceano, mas contém 25% da biodiversidade. Ou seja, grande parte dos pescados depende dos corais”, explicou.

Outros projetos assinados foram a criação de uma APA para o Rio Doce, a criação de um Conselho Consultivo para o Selo Amazônico e criação de um refúgio de vida silvestre no Ceará, para garantir a proteção do soldadinho-do-Araripe, ave ameaçada de extinção e endêmica do estado nordestino.

Viagem à França

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em viagem à França e participou na manhã desta quinta-feira (5) de reunião bilateral com o presidente do país, Emmanuel Macron. Após assinatura de acordos, Lula defendeu o investimento de pelo menos US$ 1 trilhão para combater a mudança do clima.

“Sem mobilizar US$ 1,3 trilhão de dólares para o enfrentamento da mudança do clima, corremos o risco de criar o apartheid climático”, disse Lula.

O presidente também destacou a defesa das comunidades tradicionais. “Debaixo de cada árvore tem um indígena que tem o direito de se manter na floresta”, comentou.

Lula detalhou que o Brasil assinou dois atos com a França que fortalecerão a cooperação em matéria de hidrogênio de baixo carbono e descarbonização do setor marítimo.

“Minha participação na Conferência das Nações Unidas ressaltará a importância dos mares como reguladores climáticos e fonte de biodiversidade. Os biomas marítimos demandam o mesmo nível de atenção e de compromisso das florestas tropicais”, defendeu.

O petista acrescentou que “é chegada a hora de cumprir as promessas que fizemos para o planeta e para as futuras gerações”.

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