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Delação de Vorcaro patina, frustra expectativas da PF e pode ser rejeitada de novo

Material apresentado até o momento pelo empresário ainda é considerado ‘fraco’ por investigadores

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • As negociações para a delação premiada de Daniel Vorcaro estão estagnadas em Brasília.
  • O material apresentado por Vorcaro é considerado fraco e sem novidades pela Polícia Federal.
  • Depoimentos apenas confirmam fatos já conhecidos, como envolvimento com Ciro Nogueira e o filme sobre Jair Bolsonaro.
  • A PGR não tem prazo para encerrar negociações, mas exige fatos novos e documentos robustos para avançar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Segundo investigadores, Vorcaro ainda não entregou fatos novos Reprodução/TV LIDE

As negociações para o acordo de colaboração premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro parecem ter estagnado nos bastidores de Brasília.

De acordo com interlocutores da Polícia Federal, o material apresentado até o momento pelo empresário ainda é considerado “fraco” e carece de novidades que justifiquem os benefícios de uma delação.


A postura pragmática das autoridades envia um recado claro à defesa do banqueiro: se não houver um “fato novo” ou documentos robustos de corroboração nos próximos anexos, o acordo corre o risco real de ser rejeitado de forma definitiva.

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Até agora, os depoimentos preliminares de Vorcaro serviram apenas para ratificar o que já foi divulgado, como uma espécie de justificativa para o ocorrido.


O ex-banqueiro limitou-se a justificar e detalhar episódios envolvendo o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os bastidores do financiamento do filme Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Para os investigadores da PF, a mera confirmação de fatos que já são de conhecimento público desidrata o valor estratégico da colaboração, que exige a apresentação de provas inéditas e novos caminhos de investigação.


Enquanto o clima na Polícia Federal é de ceticismo, a PGR (Procuradoria-Geral da República) tenta conter o ruído político que cerca o caso.

Interlocutores do órgão garantem que não existe nenhum prazo fixado para o encerramento das negociações, classificando os rumores de bastidores como “pura especulação”.

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