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TSE julga nesta terça decisão que suspendeu pesquisa desfavorável a Flávio Bolsonaro

Barrado pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, levantamento apontava queda nas intenções de voto do senador

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O TSE julgará a decisão liminar que suspendeu a divulgação de pesquisa desfavorável a Flávio Bolsonaro.
  • A pesquisa, realizada pela AtlasIntel, mostrou queda nas intenções de voto no senador após vazamento de áudios.
  • Ministro Nunes Marques suspendeu a pesquisa, alegando direcionamento negativo, decisão que será revisada pelo plenário do TSE.
  • A decisão afeta a divulgação da pesquisa nos canais de comunicação da AtlasIntel.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Questionada pelo PL, pesquisa foi divulgada após o vazamento de áudios envolvendo Flávio e Vorcaro Edilson Rodrigues/Agência Senado

O plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve julgar nesta terça-feira (9), em sessão marcada para as 19h, se mantém ou derruba uma decisão liminar do ministro Kassio Nunes Marques que suspendeu a divulgação de uma pesquisa. O levantamento havia mostrado queda nas intenções de voto no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência.

O estudo foi realizado e divulgado em maio, após o vazamento de áudios nos quais o parlamentar aparece pedindo dinheiro para financiar um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master e investigado por fraudes financeiras bilionárias.


Pela decisão, a empresa responsável pela pesquisa eleitoral, a AtlasIntel, deve retirar o levantamento de seus canais de comunicação e interromper qualquer difusão do material.

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A determinação de Nunes Marques, que preside a Corte, é liminar — ou seja, tem caráter provisório e precisa ser referendada pelo plenário, composto, além dele, por mais seis ministros. São eles: André Mendonça, Dias Toffoli, Antonio Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Azevedo Marques Neto e Estela Aranha.


No despacho, Marques concordou com os argumentos apresentados pelo PL, que alegou ter havido direcionamento negativo contra Flávio Bolsonaro. O partido apontou que, das 49 perguntas que compunham o questionário, oito eram relativas ao Master e vinculavam o pré-candidato ao escândalo financeiro de forma indevida.

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