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Ataque do Irã aumenta chance de uma reação dos EUA com força bruta; veja análise

Teerã lançou seis mísseis em direção a bases militares ocidentais localizadas no Catar nesta segunda (23)

Conexão Record News|Do R7

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O Irã revidou o ataque americano às suas instalações nucleares com mísseis direcionados a bases militares dos Estados Unidos no Catar nesta segunda-feira (23). “Um ataque limitado, com número limitado de mísseis à base de Al-Udeid — amplamente utilizada tanto pelos Estados Unidos quanto pelo Reino Unido”, explica Vladimir Feijó, analista internacional.

Em entrevista ao programa Conexão Record News desta segunda-feira (23), o especialista pontua que o ataque “torna a circunstância ainda mais grave, porque aumenta a chance de uma resposta com base na força bruta”, especialmente vinda da Casa Branca.

Ele ressalta que a ofensiva contraria o objetivo do presidente americano, Donald Trump, ao ordenar o ataque ao Irã no domingo (22). “Desde o ataque dos Estados Unidos, (Trump) disse que o Irã não deveria revidar, que a única coisa que espera é que ele se entregue e interrompa os ataques”, comenta.

Feijó também destaca as consequências negativas das tensões para o Catar: “O país ainda depende da extração, do refino e da venda de derivados de petróleo e — por estar a apenas algumas dezenas de quilômetros do Irã — é um alvo fácil e pode ter sua economia prejudicada”.

O professor afirma ainda que o Catar é estratégico no comércio internacional. Seus terminais de passageiros e cargas funcionam como ponto de conexão fundamental para o mercado global. Por abrigar o maior terminal do Oriente Médio, o país conta com instalações militares ocidentais robustas, que foram alvos do ataque desta segunda-feira (23).

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