Encontro no Alasca deve pautar limite das armas nucleares, diz especialista
Analista internacional pontua que potências não querem regredir ao nível de insegurança da Guerra Fria
Conexão Record News|Do R7
"Esses acordos são importantes no cenário internacional porque regulam a atividade militar das grandes potências", afirma Giovanna Branco, doutoranda de ciência política. Ela alerta que, com o fim previsto do tratado de redução de armas estratégicas em fevereiro, cresce o risco de uma nova corrida armamentista entre Rússia e Estados Unidos.
Ao programa Conexão Record News desta sexta-feira (15), Giovanna diz que nenhum dos lados quer voltar ao clima da Guerra Fria, mas ressalta que "os países brincam com esses limites, mas eles compreendem que existe um limite". Para a pesquisadora, o tema nuclear deve ser um dos principais pontos do encontro entre Donald Trump e Vladimir Putin, superando até a pauta da guerra na Ucrânia.
A especialista lembra que armas nucleares foram criadas para nunca serem usadas, mas adverte que o excesso de ogivas aumenta a insegurança global. "Não tem mais porque ter tantas ogivas nucleares assim. Isso não vai garantir mais segurança para os países, muito pelo contrário", avalia Giovanna, destacando que ameaças feitas por líderes como Putin e Trump se referem justamente a armamentos estratégicos de pequeno porte, capazes de mudar drasticamente o cenário de um conflito.
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