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Se países rivais possuem bombas nucleares, o risco de conflito é menor, diz professor

Analista de relações internacionais comenta as precauções dos aliados dos Estados Unidos para impedir que o Irã se arme

Conexão Record News|Do R7

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Apesar de Israel e do restante da comunidade Ocidental rejeitarem a ideia de que Teerã possua um arsenal nuclear, “a teoria das relações internacionais, porém, diz o oposto: quando potências rivais têm bombas atômicas, o risco de conflito direto entre elas é muito menor”, afirma o professor de relações internacionais Vladimir Feijó.

Em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (17), Feijó comenta que a disputa no Oriente Médio “não é só uma questão de armamento atômico, mas diz respeito ao balanço e equilíbrio de poder”. O especialista ressalta que o tamanho das Forças Armadas iranianas, somado à possível existência de armas nucleares no país, justifica a reação dos aliados ocidentais em tentar conter o poder bélico de Teerã.

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