Após entrada na OTAN, Finlândia quebrou histórico de neutralidade, afirma professor
País vai sair de tratado que proíbe minas terrestres; governo também anunciou aumento de gastos gerais com defesa nos próximos anos
Conexão Record News|Do R7
Em conversa com o Conexão Record News desta terça-feira (01), Vladimir Feijó, analista internacional e professor da UniArnaldo, afirmou que a Finlândia quebrou seu histórico de neutralidade na disputa entre o ocidente e oriente quando entrou para a Organização do Tratado do Atlântico Norte para fortalecer suas defesas.
“(A Finlândia) Agora se alinha também aos países fronteiriços da Rússia ou a Bielorrússia, que abandonaram esse tratado” explica o professor, que também afirmou que o Tratado de Ottawa visa a dignidade humana e o pós-guerra, visto que a campos minados são espaços mortos.
Segundo Feijó, os países vizinhos a Rússia temem que os investimentos próprios e dos aliados não sejam o suficiente para se equiparar a capacidade russa e estariam saindo do tratado para estocarem e poderem colocar minas terrestres para evitar um avanço rápido russo.
A Finlândia anunciou que planeja se retirar do Tratado de Ottawa, que proíbe o uso de minas terrestres. O primeiro-ministro finlandês também anunciou que o país vai aumentar os gastos gerais com defessa nos próximos anos. Segundo as autoridades, a retirada do acordo permite a Finlândia comece a estocar minas terrestres.
Em conversa com o Conexão Record News desta terça-feira (1º), Vladimir Feijó, analista internacional e professor da UniArnaldo, afirmou que a Finlândia quebrou o histórico de neutralidade na disputa entre o ocidente e oriente quando entrou para a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) para fortalecer suas defesas.
“(A Finlândia) agora se alinha também aos países fronteiriços da Rússia ou a Bielorrússia, que abandonaram esse tratado”, explica o professor, que também afirmou que o Tratado de Ottawa visa a dignidade humana e o pós-guerra, visto que a campos minados são espaços mortos.
Segundo Feijó, os países vizinhos à Rússia temem que os investimentos próprios e dos aliados não sejam o suficiente para se equiparar a capacidade russa, e estariam saindo do tratado para estocarem e poderem colocar minas terrestres para evitar um avanço rápido russo.
A Finlândia anunciou que planeja se retirar do Tratado de Ottawa, que proíbe o uso de minas terrestres. O primeiro-ministro finlandês também anunciou que o país vai aumentar os gastos gerais com defessa nos próximos anos. Segundo as autoridades, a retirada do acordo permite a Finlândia comece a estocar minas terrestres.
O Tratado de Ottawa foi assinado em 1997. O premiê finlandês afirmou não haver uma ameaça militar imediata ao país, mas que a Rússia é uma ameaça de longo prazo à toda a Europa.
Últimas

Conta de luz fica mais cara com adoção da bandeira amarela
Falta de chuvas nesta época do ano derruba os níveis dos reservatórios

Receita Federal lança painel com dados de todas as empresas
Nova plataforma digital permite acesso e comparação de dados fiscais e financeiros

Ataques russos danificam infraestruturas na Ucrânia
Duas pessoas ficaram feridas em Odessa; apartamento ficou destruído e telhado pegou fogo

Alunos podem usar o próprio carro para exame de habilitação em SP
Mudança já é prevista em resolução do Conselho Nacional de Trânsito

Governo começa campanha 'Maio Amarelo 2026' por trânsito mais seguro
Objetivo é conscientizar que participação coletiva é importante para diminuição de acidentes

Emirados Árabes afirmam que não se pode confiar no Irã
Estreito de Ormuz continua em grande parte fechado devido ao bloqueio iraniano

Irã apresenta nova proposta para conversas com o EUA
Versão anterior foi rejeitada pelo presidente norte-americano, Donald Trump

Autoridades dizem que cessar-fogo 'encerrou' hostilidades entre EUA e Irã
Trump tinha até esta sexta-feira (1º) para encerrar conflito ou apresentar argumentos para estendê-lo

Trump avalia reduzir número de tropas dos EUA na Alemanha
Nesta semana, presidente e chanceler alemão trocaram críticas sobre guerra no Irã

Preços do petróleo disparam para nível mais alto desde 2022
Cotação global da commodity sobe mais de 12% por causa do conflito no Oriente Médio

Banco Central dos EUA mantém taxas de juros entre 3,5% e 3,75%
Situação é parecida na Europa, onde inflação saltou para 3% este mês, acima da meta prevista

EUA estimam gasto equivalente a R$ 125 bilhões na guerra
Secretário de Defesa defendeu gastos e afirmou que operação no Oriente Médio tem sido eficaz

PRF inicia operação de feriado nas rodovias federais de SP
Ações incluem reforço em trechos críticos para preservar a segurança

Irã promete resposta 'longa e dolorosa' contra os EUA
Trump tenta pressionar países aliados por ajuda, enquanto considera retomar bombardeios

Setor produtivo cobra cortes maiores da Selic
Taxa básica de juros tem efeitos negativos sobre investimentos, consumo e renda



