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Ataques de mísseis e drones russos contra a Ucrânia batem recorde em julho com 6.400 disparos

Segundo especialista, quando pressionado politicamente, Putin fortifica o país e amplia seu arsenal durante a guerra

Conexão Record News|Do R7

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A Rússia atingiu em julho o maior número de envio de drones e mísseis durante a guerra contra a Ucrânia, registrando um crescimento de 13% em relação a junho deste ano; segundo a agência de notícias France-Press foram, ao todo, cerca de 6.400 disparos.

Segundo os dados de monitoramento da missão de direitos humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), apesar da taxa de interceptação ucraniana ser grande, ainda houve muitos projéteis que alcançaram seus objetivos e causaram efeitos devastadores, deixando cerca de 232 pessoas mortas e mais de 1300 feridas.

Em entrevista para o Conexão Record News, o especialista em ciência política Bruno Pasquarelli explicou que são nos momentos em que os Estados Unidos pressionam politicamente a Rússia que o país se fortifica e amplia seu arsenal, aumentando suas ações na guerra e trazendo consequências negativas tanto para as respectivas regiões alcançadas quanto para o povo ucraniano.

“É justamente nesses momentos onde existe uma pressão por parte dos Estados Unidos, uma pressão diplomática de tentativa de um acordo, que Vladimir Putin aumenta o seu poderio por meio da guerra, por meio da conquista de novos territórios. Quando o Donald Trump falou que a Rússia teria um prazo para fazer o cessar-fogo, o Vladimir Putin, a gente observa claramente, fica na dele e aumenta as ações armadas no território ucraniano e em regiões que são muito importantes para a Rússia”, diz o especialista.

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