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Indústrias da China cortam salários para manter competitividade em meio à guerra comercial

Segundo o analista Vitelio Brustolin, medidas tomadas por empresários chineses demonstram dependência de comércio com os EUA

Conexão Record News|Do R7

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Indústrias chinesas têm adotado medidas drásticas para manter a competitividade e permanecer no mercado em meio à guerra tarifária com os Estados Unidos. Entre as ações adotadas estão a redução dos horários de trabalho, cortes nos salários, funcionários temporários e até pedidos para licenças não remuneradas.

Muitos empresários tentam aumentar o comércio com outros países, mas economistas afirmam que o subemprego piorou, e dados oficiais indicam que a confiança do consumidor continua próxima de mínimas históricas. Para Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais, as movimentações expõem a dependência da China do comércio com os Estados Unidos.

“Os cortes de salário na China chegam a 30%. Os donos das empresas têm conversado com os funcionários, dizendo que precisam de ajuda, porque senão os funcionários vão perder emprego. São 300 milhões de empregos criados sazonalmente pela agricultura na China, por exemplo, e eles também estão ameaçados”, diz em entrevista ao Conexão Record News.

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