'Um cenário bastante tenso', diz especialista sobre questão que envolve Polônia e Rússia
Polônia restringiu o espaço aéreo do país para a circulação de drones e acionou artigo 4 da Otan para avaliar invasão atribuída a Moscou
Conexão Record News|Do R7
A Polônia proibiu voos de drones e fez restrições que afetam o tráfego aéreo ao longo da fronteira leste do país, nesta quarta-feira (10), após abater aeronaves russas em seu território. Segundo a Pansa (Agência Polonesa de Serviços de Navegação Aérea, em português), as restrições ao tráfego de aviões de pequeno porte e não comerciais já estão em vigor e vão valer até o dia 9 de dezembro.
Na decisão, aeronaves pequenas e helicópteros só podem operar durante o dia, desde que tenham um rádio e um transponder — dispositivo que envia sinais da posição do avião para a torre de controle. Os voos serão permitidos a uma altitude de cerca de 3 km acima do nível do solo. No entanto, restrições não se aplicam à aviação de passageiros.
Para Giovana Branco, doutoranda de ciência política da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisadora de política russa, o mundo se direciona para um momento crítico na relação entre Rússia e Polônia. Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (11), ela ressalta a invocação pelos poloneses do artigo 4 da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), para analisar a invasão russa, o que poderia causar a utilização do artigo 5 — o que representaria uma resposta em conjunto do órgão a Moscou.
“De qualquer forma, a gente já tem hoje um cenário bastante tenso ali, envolvendo os russos novamente e o continente europeu de uma forma mais ampla. Reforçando o discurso ucraniano de que é necessária uma atuação conjunta dos países europeus para garantir a segurança de todos no bloco e que a Rússia pode, sim, se tornar uma ameaça no futuro”, conclui.
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