Trabalhadores americanos terão o futuro que merecem, diz Trump ao impor tarifas
Presidente dos EUA visa atrair investimentos para o país e recriar empregos na área da indústria com taxas
Hora News|Do R7
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (2) uma ordem executiva que impõe tarifas recíprocas a países que mantêm relações comerciais com os americanos. Em uma cerimônia nomeada como “dia da libertação”, o chefe de Estado declarou que nenhuma nação enriquecerá às custas do povo americano e responsabilizou governos anteriores, especialmente o do democrata “dorminhoco” Joe Biden, por conduzirem negociações econômicas com “pulso-fraco” diante de outras potências.
O líder republicano destacou a disparidade nas relações comerciais dos Estados Unidos, citando casos como o da Índia, onde a diferença chega a 20%. Segundo ele, a taxação busca reduzir o déficit comercial do país, que, em suas palavras, atinge US$ 9 trilhões (R$ 51 trilhões, na cotação atual).
Mesmo nações com acordos bilaterais com os EUA, como Canadá e México, foram alvos de críticas. No caso dos mexicanos, o magnata reiterou seu desejo de trazer de volta as indústrias que migraram em busca de mão de obra barata.
Durante o discurso, o presidente convidou ao púlpito um trabalhador da indústria automotiva. O homem elogiou a gestão republicana e disse ter esperança de que as novas medidas ajudem a revitalizar sua cidade Detroit, capital de Michigan. A região, marcada pela decadência econômica após a fuga de fábricas, trocou o apoio tradicional aos democratas pelo partido do bilionário, que promete recuperar a indústria local por meio da taxação de concorrentes estrangeiros.
Em relação à China, o empresário afirmou que gigantes da tecnologia, como Apple e Oracle, devem fabricar seus componentes nos Estados Unidos. Ele classificou o domínio chinês no setor como uma ameaça à segurança nacional.
O ex-presidente ressaltou que as tarifas não serão completamente equivalentes, pois alguns países “não suportariam” a mesma carga imposta aos americanos. Como exemplo, citou a China, que taxa produtos dos EUA em 67%, enquanto a medida proposta por Washington será de 34%.
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