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Economista diz que pacote contra tarifaço é 'positivo', mas governo deve trabalhar em outras frentes

Plano de contingência foi anunciado pelo presidente Lula nesta quarta-feira (13)

Conexão Record News|Do R7

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"O governo não consegue absorver essas compras das empresas", avalia o economista Rodrigo Simões ao comentar o pacote de R$ 30 bilhões anunciado pelo governo Lula nesta quarta-feira (13) para apoiar exportadores afetados pela perda de competitividade. Segundo ele, a solução passa por ampliar mercados, já que países como os Estados Unidos podem reduzir compras do Brasil devido às tarifas comerciais, exigindo a busca de novos parceiros.

Em entrevista ao programa Conexão Record News desta quarta-feira (13), Simões diz que o governo deve agir em duas frentes: negociar tarifas mais baixas para proteger a indústria e oferecer apoio interno às empresas, especialmente micro e pequenas, para manter exportações e empregos. Ele considera positivas medidas como o Reintegra, anunciado por Alckmin, e crédito para exportadores, mesmo diante das dificuldades fiscais e dos juros altos.

Para o economista, acordos comerciais com países como Singapura e blocos como o Mercosul e a União Europeia são fundamentais para diversificar destinos das exportações. "O mundo é um país, ele não é uma ilha", afirma, ressaltando que reduzir tarifas e facilitar o comércio beneficia a todos. Simões alerta que o protecionismo norte-americano pode prejudicar também os próprios Estados Unidos, pois outras nações buscarão equilibrar suas economias.

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