Entenda por que as sanções à Rússia não têm conseguido mudar os rumos da guerra
Após nova ofensiva, comunidade internacional fala em sancionar novamente Moscou, mas impacto não deve ser significativo para conter ataques
Conexão Record News|Do R7
O governo russo informou, nesta segunda-feira (8), que nenhuma sanção forçaria o país a mudar de rumo na guerra na Ucrânia. O Ocidente aplicou diversas de sanções ao Kremlin desde o começo da guerra, em 2022. Segundo o presidente Vladimir Putin, a economia russa resistiu bem, além de ter ordenado que empresas e autoridades desafiassem as medidas de todas as maneiras possíveis.
Segundo o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, nenhuma sanção será capaz de forçar a Federação Russa a mudar a posição sobre a guerra. Já o presidente do Conselho da União Europeia, António Costa, disse que as novas sanções estão sendo coordenadas com os Estados Unidos.
Em entrevista ao Conexão Record News, Manuel Furriela, mestre em direito internacional pela USP (Universidade de São Paulo), avalia que sanções possuem um impacto inicial significativo, mas que acabam perdendo força com o passar do tempo, mencionando os casos da Coreia do Norte, Iraque e Irã — que foram sancionados e continuam com diversas atividades econômicas.
No entanto, Furriela ressalta que um ator no cenário geopolítico tem aproveitado da situação, tanto economicamente, como na frente política: a China. “Ela tem alimentado, mesmo que parcialmente, a economia daquele país. Inclusive, porque ela está aproveitando a oportunidade geopolítica de ter a Rússia no seu colo e também a oportunidade econômica de utilizar esses recursos naturais
de forma muito mais barata, menos custosa do que se tivesse negociado num mercado anterior à guerra”, ressalta.
Além da China, o professor lembra de outros parceiros comerciais que continuam realizando negócios com Moscou, como a Índia e o Brasil.
“Isso tem reduzido o impacto e não gerado o efeito desejado. Há ainda o que pode ser feito adicionalmente às sanções anteriores, mas elas ficam sempre com seu resultado amortecido, principalmente pela China, mas também por outros Estados, principalmente dos Brics”, conclui.
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