Neurocirurgia: entenda como técnicas minimamente invasivas melhoram a qualidade de vida do paciente
Neurocirurgião Haroldo Chagas ainda ressalta que, apesar dos avanços da tecnologia, olhar humanizado do médico é fundamental
Conexão Record News|Do R7
Com o avanço da tecnologia, mudanças na medicina trazem benefícios para médicos e pacientes. Um dos avanços é a realização de cirurgias complexas por meio de técnicas minimamente invasivas, com uma recuperação mais rápida do paciente. Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda-feira (15), Haroldo Chagas, médico neurocirurgião da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), explica melhor sobre o uso dessas técnicas.
O médico lembra que a evolução das tecnologias não pode diminuir o olhar humanizado do profissional com o paciente, entendendo que existe uma relação maior do que do profissional e paciente, com a conexão de familiares e toda a vida da pessoa sujeita ao procedimento. “E é por isso que o tratamento cirúrgico tem, como maior objetivo atualmente, que aquele paciente retorne o seu dia a dia em forma plena o mais rápido possível”, comenta.
O médico também menciona a importância de cirurgias menos invasivas, com menores impactos, para a preservação das estruturas do indivíduo que está no processo: “Hoje em dia, as cirurgias menos agressivas têm a mesma eficácia do que as cirurgias mais agressivas antigamente, mas com um diferencial muito importante: a preservação da musculatura paravertebral”.
Outro fator que o especialista pontua é a importância do olhar do profissional para decidir o momento correto de submeter o paciente a um procedimento operatório.
“Os dois principais fatores que respaldam a indicação da cirurgia são, primeiro, o paciente tem uma dor intratável, aquele paciente que tentou fazer um tratamento fisioterápico, tentou com medicamento e a dor não melhorou. Então isso é muito importante. E o outro fator é o paciente que tem um déficit neurológico relacionado àquela patologia. Então, por exemplo, o indivíduo que parou de mexer uma perna, o indivíduo que parou de mexer as duas pernas, uma fraqueza, então isso é respaldo para você indicar a cirurgia”, finaliza.
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