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Pedido da Ucrânia para mediação brasileira na guerra 'parece mais um teste', afirma especialista

Chanceler ucraniano pediu que o Brasil convença Putin a participar de encontro direto com Zelensky; professor de relações internacionais comenta

Conexão Record News|Do R7

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A Ucrânia parece desacreditar em uma mediação brasileira na guerra com a Rússia, segundo o analista internacional Vitelio Brustolin. O especialista afirma que Zelensky não vê com otimismo a atuação do Itamaraty após o comparecimento do presidente Lula a um desfile militar russo na última sexta-feira (9) e a recusa em aceitar o convite da Ucrânia para visitar o país.

Ao Conexão Record News desta quarta-feira (14), Brustolin explica que “esse pedido da diplomacia ucraniana para a nossa fazer um pedido ao Putin parece mais um teste”. O convite visa testar o poder da chancelaria brasileira a convencer o presidente russo a comparecer à reunião com o líder ucraniano em meio a um distânciamento com Kiev.

O chanceler da Ucrânia, Andrii Sybiha, pediu que o Brasil apoie formalmente um cessar-fogo incondicional de 30 dias como etapa inicial para negociações de paz entre Kiev e Moscou. A solicitação foi feita em uma postagem na rede X, após conversa com o ministro brasileiro Mauro Vieira.

Sybiha também afirmou ter instado o governo brasileiro a usar sua influência junto à Rússia para viabilizar uma reunião direta entre os presidentes Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin, prevista para quinta-feira (15), em Istambul, na Turquia.

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