Fechamento dos 'manicômios judiciários' pode ser um problema para a saúde pública, diz advogado
Supremo avaliará decisão do CNJ sobre fechamento dos hospitais psiquiátricos de custódia ainda no mês de setembro
Record News|Do R7
A decisão do Conselho Nacional de Justiça de desativar os hospitais de custódia e de tratamento psiquiátrico para portadores de transtornos e doenças mentais que cometeram crimes "pode ser um problema" para os as instituições públicas de saúde, de acordo com Adeildo Nunes — presidente da Comissão Nacional de Política Criminal da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas. "A intensão do CNJ foi boa, mas é impossível retirar cerca de 8.000 pessoas que estão em tratamento e dar liberdade a elas. Elas serão transferidas a hospitais psiquiátricos públicos e o Brasil conhece a situação precária dos hospitais públicos", afirma, em entrevista à RECORD NEWS nesta quarta-feira (4).
Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal, incluiu na pauta de setembro a resolução do CNJ. O prazo para o fechamento das instituições, que era 28 de agosto, foi prorrogado para 29 de novembro.
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