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Análise: retirada de recursos do teto de gastos para amenizar tarifaço é um 'me engana que eu gosto'

Especialista aponta que dívida pública tem projeção de crescimento pelos próximos dez anos

Conexão Record News|Do R7

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O Senado aprovou nesta quarta-feira (24), por unanimidade, o texto-base do projeto de lei que cria mecanismos para amenizar os efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos aos exportadores brasileiros. 


A proposta inclui novas linhas de crédito e outras medidas, além de retirar essas despesas do teto de gastos do governo federal. O projeto prevê cerca de R$ 30 bilhões em empréstimos e renúncias fiscais para reduzir os impactos socioeconômicos das taxações.

“As projeções são de crescimento dessa dívida pelos próximos dez anos, é arriscado. Em números redondos, nós estamos pagando 10% do PIB de juros por ano. [...] Tem que mudar isso, não dá para continuar assim”, comenta o economista Roberto Troster. 

Ao Conexão Record News desta quinta-feira (25), Troster explica que o impacto causado pelas sobretaxas americanas nas exportações brasileiras ainda é incerto. Apesar de as empresas nacionais precisarem do apoio do governo para continuar existindo, tirar esses gastos do arcabouço fiscal acaba sendo um “me engana que eu gosto”, diz o economista.

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