‘Finlandeses têm motivos históricos para temer a Rússia’, analisa professor
Desde que a guerra na Ucrânia começou, há mais de três anos, Helsinque tem reforçado as medidas de segurança contra Moscou
Conexão Record News|Do R7
A Finlândia tem reforçado as medidas de segurança desde que a guerra na Ucrânia começou, há mais de três anos. Helsinque passou a integrar a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), em 2023.
O país também deu início à construção de uma barreira na fronteira com a Rússia, a mais longa da Europa. A cerca de arame farpado ainda está em construção, mas já domina uma parte da divisão entre os dois países. A Finlândia fechou a fronteira com a Rússia depois de acusar Moscou de usar a migração como arma.
Em entrevista ao Conexão Record News desta terça-feira (24), Paulo Velasco, professor de política internacional, analisa que “a Finlândia, ao entrar para a Otan, dobrou a fronteira da aliança militar com a Rússia”, extensão que antes era de 1.200 km e passa a ser de 2.400 km. Velasco destaca também que estes “são países que protagonizaram tensões muito severas naquele contexto anterior, imediatamente anterior à Segunda Guerra Mundial”.
Ou seja, “quando a Finlândia testemunhou a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, prontamente correu para buscar a entrada na Otan”, completa. “A relação entre Finlândia e Moscou, uma relação historicamente muito tensa, marcada por conflitos, por guerras, pela invasão da Finlândia pela Rússia; os finlandeses têm medo da Rússia e tem motivos históricos para temer a Rússia”, diz o professor.
Últimas

Condutores sem habilitação causam acidentes duas vezes mais letais
Ano passado, PRF (Polícia Rodoviária Federal) registrou recorde de óbitos em sinistros do gênero

Concessionárias dobram investimentos para fortalecer redes de energia
Em 2025, setor aplicou mais de R$ 16 bilhões em melhorias, pouco mais de 40% dos valores investidos

1,3 milhão de novos pedidos de benefícios são protocolados por mês no INSS
Mais de 370 mil requerimentos estão pendentes de análise atualmente

Coreia do Norte acusa Japão de se transformar em estado de guerra
Irmã de Kim Jong-Un diz que Tóquio se mobiliza para ataque preventivo após testes de mísseis

China anuncia represálias às novas sanções dos EUA
Entre as medidas está a restrição de exportações sobre drones de uso duplo

Donald Trump volta a ameaçar Irã com ataques
Presidente exigiu reabertura do estreito de Ormuz e disse que negociações vão bem

Ataque russo mata 17 pessoas e deixa mais de 40 feridos
Foram lançados dezenas de mísseis e drones; Kiev pressiona por sistemas de defesa

Dólar abre quarta (5) em queda e Ibovespa em alta
Moeda norte-americana abriu dia cotada a R$ 5,11; índice da Bolsa no patamar de 178 mil pontos

Tráfego marítimo em rotas do Golfo se mantém estável
Segundo dados de rastreamento, embarcações transitaram por Ormuz e estreito de Bab El-Mandeb

Lula conversa por telefone com Putin sobre comércio e geopolítica
Presidentes do Brasil e da Rússia concordaram sobre a importância do multilateralismo

Copom decide nesta quarta (5) nova taxa básica de juros
Expectativa é de que comitê decida pelo quarto corte consecutivo, o que passaria para 14% ao ano

Benjamin Netanyahu discorda de plano dos EUA para Gaza
Premiê israelense afirmou que tropas não vão se retirar até que o Hamas se desarme totalmente

Lembranças de jovem de 17 anos ajudam pesquisadores em descoberta
Lugar foi cadastrado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e ganhou nome de 'Olhos D'Água'

Dinamarca inicia serviço militar obrigatório prolongado
Guerra na Ucrânia e disputa pela Groênlandia com os EUA motivaram mudanças

Japão: produção de armamentos pode impulsionar crescimento econômico
Avaliação anual de ameaças incentiva país a aproveitar tecnologia e componentes comerciais



