Reunião entre Putin e Zelensky pode pôr fim à guerra na Ucrânia, diz professor
Presidente ucraniano afirmou que aceita a proposta de diálogo; conversa sem a participação de mediadores internacionais está prevista para acontecer em Istambul
Conexão Record News|Do R7
Uma reunião entre os presidentes da Rússia e da Ucrânia tem potencial para um cessar-fogo na guerra da Ucrânia, segundo o analista internacional Vladimir Feijó. Apesar disso, o especialista comenta ser incomum ambos os lados concordarem em dialogar, em particular logo após desacreditarem as tentativas de encerrar o conflito.
Em entrevista ao Conexão Record News
desta segunda-feira (12), Feijó diz que a reunião dos líderes é uma grande novidade da qual se pode esperar um anúncio relevante. Entretanto, aliados ocidentais da Ucrânia solicitaram que as conversas sejam mediadas por outro país.
Já o Kremlin disse que as negociações de paz propostas por Putin vão levar em conta um rascunho de acordo abandonado em 2022. O documento foi criado durante as primeiras negociações entre representantes dos dois países, mas foi descartado por divergências. Segundo o chamado 'comunicado de Istambul', a Ucrânia concordaria com a neutralidade permanente em troca de garantias de segurança internacional dos cinco membros-permanentes do Conselho de Segurança da ONU. Além disso, Moscou facilitaria uma possível adesão de Kiev à União Europeia. A Ucrânia teria concordado com a proposta e com a ausência da participação na Otan, mas o domínio sobre territórios ocupados pela Rússia ainda é um obstáculo.
O professor avalia que esta notícia “soa até um tanto quanto estranha diante do que a Rússia dizia que não queria potências ocidentais no seu quintal”. Feijó explica que a tranquilidade de Moscou nas negociações pode vir da segurança da presença da China, aliada de Putin.
Últimas

1,3 milhão de novos pedidos de benefícios são protocolados por mês no INSS
Mais de 370 mil requerimentos estão pendentes de análise atualmente

Coreia do Norte acusa Japão de se transformar em estado de guerra
Irmã de Kim Jong-Un diz que Tóquio se mobiliza para ataque preventivo após testes de mísseis

China anuncia represálias às novas sanções dos EUA
Entre as medidas está a restrição de exportações sobre drones de uso duplo

Donald Trump volta a ameaçar Irã com ataques
Presidente exigiu reabertura do estreito de Ormuz e disse que negociações vão bem

Ataque russo mata 17 pessoas e deixa mais de 40 feridos
Foram lançados dezenas de mísseis e drones; Kiev pressiona por sistemas de defesa

Dólar abre quarta (5) em queda e Ibovespa em alta
Moeda norte-americana abriu dia cotada a R$ 5,11; índice da Bolsa no patamar de 178 mil pontos

Tráfego marítimo em rotas do Golfo se mantém estável
Segundo dados de rastreamento, embarcações transitaram por Ormuz e estreito de Bab El-Mandeb

Lula conversa por telefone com Putin sobre comércio e geopolítica
Presidentes do Brasil e da Rússia concordaram sobre a importância do multilateralismo

Copom decide nesta quarta (5) nova taxa básica de juros
Expectativa é de que comitê decida pelo quarto corte consecutivo, o que passaria para 14% ao ano

Benjamin Netanyahu discorda de plano dos EUA para Gaza
Premiê israelense afirmou que tropas não vão se retirar até que o Hamas se desarme totalmente

Lembranças de jovem de 17 anos ajudam pesquisadores em descoberta
Lugar foi cadastrado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e ganhou nome de 'Olhos D'Água'

Dinamarca inicia serviço militar obrigatório prolongado
Guerra na Ucrânia e disputa pela Groênlandia com os EUA motivaram mudanças

Japão: produção de armamentos pode impulsionar crescimento econômico
Avaliação anual de ameaças incentiva país a aproveitar tecnologia e componentes comerciais

Turquia denuncia ataques de drones contra navios no Mar Negro
País expressou preocupação com escalada do conflito e pediu medidas preventivas

Mortes por câncer de mama devem aumentar em 40% até 2050
Organização Mundial da Saúde prevê cenário em países pobres e emergentes



