CPMI do INSS: Carlos Lupi presta depoimento e diz que ação criminosa foi 'de fora para dentro'
Ex-ministro da Previdência Social defende que medidas tomadas pela pasta ajudaram a PF e a CGU a deflagrar a operação contra fraudes
Hora News|Do R7
O ex-ministro da Previdência Social Carlos Lupi prestou esclarecimentos à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito nesta segunda-feira (8). Lupi detalhou as medidas tomadas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) antes da operação feita pela Polícia Federal com a CGU (Controladoria-Geral da União) sobre o descobrimento das primeiras informações de irregularidade em débitos de aposentados e pensionistas.
Segundo o ex-ministro, a possibilidade de qualquer cidadão olhar se tem ou não o conhecimento do desconto, e cancelá-lo caso negativo, foi colocada no portal Meu INSS em janeiro de 2024. Em março do mesmo ano, Lupi destaca a criação da possibilidade do beneficiário automaticamente bloquear e pedir exclusão de desconto associativo pelo aplicativo.
Sobra a implementação da biometria para a liberação de descontos e benefícios, ele fala: “Em junho de 2024, o INSS informou publicamente que já vem adotando quase todas as medidas proferidas pelo TCU (Tribunal de Contas da União)”. Ele destaca também que a Ouvidoria do Ministério aumentou 20% dos atendimentos na comparação entre 2025 e o ano anterior, e “era um trabalho correlato com a inteligência e informado imediatamente à Polícia Federal”.
“Mais uma vez registrando que essa ação foi de fora para dentro, ou seja, não era uma ação feita de dentro do INSS com dinheiro público da Previdência Social, era uma ação feita entre uma parte das associações criminosas com a conivência criminosa de alguns de dentro do próprio INSS, o que está sendo apurado e que, espero eu, que sejam presos exemplarmente aqueles que tiverem os seus delitos comprovados”, afirma.
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