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Entenda como o teto de gastos e o novo arcabouço fiscal travaram avanço da educação no país

Falta de investimento do governo Bolsonaro aumentou desigualdade entre rede pública e privada

Record News|Do R7

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Em entrevista à RECORD NEWS nesta terça-feira (9), a assessora política do Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) Cléo Manhas falou sobre o impacto do teto de gastos e do novo arcabouço fiscal no PNE (Plano Nacional de Educação) que se encerra em 2024.

Segundo Cléo, o governo de Jair Bolsonaro não cumpriu as metas educacionais estabelecidas para o período ente 2014 a 2024, o que aumentou a desigualdade entre o ensino público e as escolas privadas.

Apesar disso, a assessora aponta que "sempre dá para reverter". Diz ainda que é preciso que o novo arcabouço fiscal, substituto do teto de gastos a partir de 2023, não afete o investimento em um novo Plano Nacional de Educação, que irá até 2034.

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