Quanto custa o cessar-fogo para Netanyahu? Professor explica possíveis cenários futuros
Apesar do anúncio do cessar-fogo feito na última quarta-feira (16), acordo necessita da aprovação de Israel
Hora News|Do R7
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, adiou a reunião com a cúpula do governo para a aprovação do acordo de paz com o grupo terrorista Hamas na manhã desta quinta-feira (16), no horário de Brasília. Segundo Netanyahu, o acordo foi alterado de “última hora”. Ao Hora News, Vitelio Brustolin, professor de relações internacionais, explica que, para Netanyahu é interessante que ele se mantenha no poder. Além das pressões internas, de diferentes frentes sobre o conflito, existe uma questão do próprio primeiro-ministro, que já possuía acusações antes do início da guerra.
Brustolin explica que o primeiro-ministro já respondia a quatro acusações, relacionadas a corrupção e interferência nos poderes do país. Além disso, o professor aponta que o governo do líder político sofreu com greves da população e das forças armadas e também acusações criminais que vão ser respondidas quando ele sair do poder.
“Ele sabe que se a guerra acabar, corre o risco de ser preso”, completa o internacionalista ao citar que também, além das investigações internas, o primeiro-ministro e seu ex-ministro de defesa, Yoav Gallant, podem responder no tribunal internacional por crimes de guerra.
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