'Para os EUA de hoje, principal inimigo é a China, não a Rússia', comenta especialista
Pesquisadora de política russa ressalta, porém, que Pequim ainda não tem apoio declarado a Moscou na guerra na Ucrânia
Conexão Record News|Do R7
A Rússia voltou a atacar cidades ucranianas com centenas de drones e mísseis. Segundo autoridades, pelo menos 15 pessoas ficaram feridas. Pelo menos 12 alvos foram atingidos por projéteis. O presidente Volodymyr Zelensky informou que a infraestrutura energética foi afetada e pelo menos 80 mil famílias ficaram sem fornecimento de energia.
Donald Trump disse estar decepcionado com Vladimir Putin e anunciou a retomada do fornecimento de armas à Ucrânia. Além disso, ele também ameaçou impor novas sanções duras contra a Rússia se um acordo de paz não for alcançado em 50 dias. Fontes próximas ao Kremlin informaram que, apesar das medidas norte-americanas, Putin não vai interromper o conflito e acredita que a Rússia pode suportar os obstáculos econômicos.
Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (16), Giovana Branco, especialista em ciência política e pesquisadora de política russa, afirma que “para os Estados Unidos de hoje, o principal inimigo é a China, e não necessariamente a Rússia”.
“A China ainda não tem um apoio declarado ao que a Rússia está fazendo na Ucrânia. A China, por exemplo, ainda não envia armamentos diretamente para Rússia”, diz Giovana. "E isso é uma questão importante porque, se esse movimento for tomado, se esse passo for de fato realizado, aí sim nós vamos ver uma mudança nesse tabuleiro geopolítico em que a Rússia se fortalece e ainda cria novas possibilidades militares nessa região", completa.
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