Envio de armas à Ucrânia mostra que Trump avança contra a Rússia; veja análise
Presidente americano anunciou o envio de mísseis do tipo Patriot para Kiev com custos e distribuição da Otan, iniciando nova fase do conflito
Conexão Record News|Do R7
O principal comandante militar da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) afirmou que o envio de armas para a Ucrânia será feito rapidamente. O fornecimento de mísseis de defesa do tipo Patriot foi anunciado nesta semana pelo presidente americano, Donald Trump, com os custos e distribuição sob a responsabilidade da aliança internacional. Na próxima semana, países que possuem esse tipo de armamento devem se reunir para discutir o envio ou a produção de mais unidades destinadas a Kiev.
Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (17), Igor Lucena, doutor em relações internacionais, analisa que, com o envio dos armamentos, a guerra ganha um novo contorno, marcado por uma participação mais enfática dos Estados Unidos, ao fornecerem armas há muito desejadas pelos ucranianos. Ele explica que a medida faz uma parte de uma série de ações em resposta a Vladimir Putin, que tem mantido um impasse com o presidente americano em torno de um possível acordo.
Além do envio de armas por meio da Otan, outra medida contra os russos são as chamadas tarifas secundárias anunciadas por Trump nesta semana, que podem afetar parceiros comerciais de Moscou, como o Brasil, mas fortalecem a posição do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky: “O presidente Donald Trump avança contra a Rússia e isso obviamente beneficia os ucranianos”, afirma Lucena.
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