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'Não tem mais o conceito de canal': tudo o que você precisa saber sobre a TV 3.0

Edmar Candeia Gurjão, diretor de relações externas da Sociedade Brasileira de Telecomunicações, esclarece as dúvidas sobre a novidade

Conexão Record News|Do R7

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (27) o decreto que regulamenta a TV 3.0 no Brasil. A nova geração da televisão aberta vai oferecer mais interatividade, qualidade de som, imagem superior e maior integração com a internet. A medida é vista como uma nova fase da TV, como a presenciada na passagem da analógica para a digital. É o que explica Edmar Candeia Gurjão, diretor de relações externas da SBrT (Sociedade Brasileira de Telecomunicações).

Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (27), Gurjão aponta que, além da melhoria de imagem e som, haverá uma interação maior pela internet, mesmo em residências com conexões de baixa taxa de dados. Para acompanhar a evolução da nova tecnologia, aparelhos com a tecnologia já estão sendo produzidos e conversores serão fabricados para as TVs já existentes nas casas da população. “Ou seja, todos nós teremos acesso a ela”, completa o diretor.

Outras vantagens trazidas pela TV 3.0 é a maior interatividade em tempo real, com a possibilidade de que os telespectadores respondam enquetes, propagandas personalizadas e até alertas sobre desastres naturais. “Abre-se também uma possibilidade para que a TV comece a aprender, vamos dizer assim, os meus desejos, as minhas vontades, como é que me dá uma programação ou parte da programação mais apropriada para a minha pessoa”, pontua.

Na era dos streamings, Gurjão vê a medida como uma alternativa para as parcelas da população que não possuem acesso às plataformas de mídia online.

“Então essa nova geração, tendo essa formação e a TV aberta, ela é primordial para o país, com tantas desigualdades, um país tão grande, tão difícil de levar informação, a TV aberta se junta ou se aproxima desses jovens. Que agora, com essa interatividade, ele vai ter um motivo ou uma motivação para assistir TV aberta”, conclui Gurjão.

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