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Zelensky impõe condições para reunião com Putin e descarta China como nação garantidora

Especialista explica motivação do presidente ucraniano para a exclusão do governo chinês na segurança ao país

Conexão Record News|Do R7

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Na preparação para o possível encontro entre Rússia e Ucrânia, o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, impôs condições para a reunião entre ele e Putin; para ele, as discussões diplomáticas poderão acontecer nas próximas semanas, se houver garantias e apoio para segurança do povo ucraniano, tendo a China fora da lista de países que poderiam providenciar a proteção necessária.

O presidente ucraniano aprovou a participação de Donald Trump na reunião trilateral, e disse que, caso Putin recuse o encontro com Kiev, espera uma resposta forte do governo norte-americano.

Em entrevista para o Conexão Record News, o especialista em direito internacional Manuel Furriela explicou que a escolha de Zelensky, ao não permitir que a China garanta a segurança da Ucrânia durante as negociações diplomáticas com Putin, se dá pelo relacionamento político e comercial entre o governo chinês e Moscou. Segundo o professor, as melhores opções de apoio defensivo seriam a Europa, em questão das tropas, e os Estados Unidos no espaço aéreo.

“Ela mantém a economia russa em funcionamento, tem interesses próprios, principalmente matéria-prima, recursos naturais, é fornecedora de equipamento militar, drones, por exemplo, então não é a mais indicada”, expressa o especialista sobre Pequim.

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