‘Não há pacificação com impunidade’, afirma Lula durante abertura da Assembleia Geral da ONU
Presidente brasileiro defendeu a democracia e a soberania do país, além de rechaçar influências externas nos poderes
Hora News|Do R7
“Não há pacificação com impunidade. Há poucos dias e pela primeira vez em 525 anos de nossa história um ex-chefe de Estado foi condenado por atentar contra o Estado democrático de Direito”, afirmou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em referência ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro pela trama golpista de 8 de janeiro de 2023, durante discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), nesta terça-feira (23), em Nova York.
Sem citar diretamente as sanções e tarifas americanas ao Brasil como resposta à condenação de Bolsonaro, Lula destacou a importância de combater o autoritarismo no mundo e voltou a defender a soberania e a democracia brasileira.
“Foi investigado, indiciado, julgado e responsabilizado pelos seus atos em um processo minucioso. Teve um amplo direito de defesa, prerrogativa que as ditaduras negam às suas vítimas. Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos autocratas e aqueles que os apoiam. Nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis”, ressaltou.
80ª Assembleia Geral da ONU
Comemorando os 80 anos de sua fundação, a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), reúne os líderes mundiais de 193 países durante os dias 23 e 29 de setembro em Nova York, nos Estados Unidos. O encontro serve de palco para discussões e encontros paralelos no âmbito global, principalmente em um momento que o mundo sofre com conflitos como a guerra em Gaza e na Ucrânia.
Durante seu discurso, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu pautas globais com o combate à pobreza e à fome, além de mencionar os esforços sustentáveis e a COP30, que acontece em novembro no país. O chefe do Executivo aproveitou para defender a soberania e democracia do país, mencionando o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e as interferências americanas por meio de sanções e tarifas, afirmando o Brasil seguirá “como nação independente e como povo livre de qualquer tipo de tutela”.
Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursou sobre os feitos de seu mandato e os esforços do país no encerramento dos conflitos mundiais, criticando a falta de ação da ONU perante essas guerras. Outro ponto que surpreendeu no discurso de Trump foi o comentário de um encontro com o presidente brasileiro. Segundo ele, os dois se abraçaram ao se encontrarem e concordaram em ter um encontro na próxima semana.
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