‘É com essa mentira que meu cliente vai ficar 30 anos na prisão?’, diz defesa de Braga Netto
Advogado rechaçou depoimento de Mauro Cid e afirmou que delação ‘não fica em pé de jeito nenhum’
Hora News|Do R7
Em seu discurso de defesa, José Luís Mendes de Oliveira Lima, advogado de Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e ex-candidato a vice na chapa com Bolsonaro em 2022, questionou a delação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid e a acusação do Ministério Público.
Durante o segundo dia do julgamento da suposta tentativa de golpe de Estado, o defensor chamou a delação de Cid de mentirosa e contestou as provas de que Braga Netto seria o organizador de ataques contra o alto comando das Forças Armadas.
“É essa fala que vai pôr na cadeia o meu cliente por mais de 20 anos, 30 anos? É com essa fala, com essa mentira, com esse vai e volta que meu cliente vai permanecer na cadeia e vai morrer no cárcere? Ele não consegue dizer onde foi, ele não consegue precisar a data”, afirmou Lima em um momento da defesa.
Sobre a acusação de um possível financiamento de Braga Netto de ações golpistas com dinheiro vivo em uma sacola de vinho entregue a Cid, o advogado também rebateu a alegação, buscando descredibilizar o delator e citando que o único bem comprado em dinheiro vivo foi um aparelho celular. “Ele [Cid] é um artista de péssima qualidade”, completou ao dizer que o ex-ajudante de ordens ataca a reputação do cliente sem ter informações concretas e que “essa delação não fica em pé de jeito nenhum”.
Acerca da tese da acusação de que Braga Netto teria coordenado ataques virtuais contra o alto comando das Forças Armadas, Lima defendeu que, dentre milhares de mensagens, “o que a PGR fala que tem de prova contra o meu cliente são oito prints” — recurso, segundo o defensor, que não possui nenhuma validade, segundo entendimento do STJ (Superior Tribunal de Justiça).
“Quer dizer que ele coordenou todo esse ataque violento ao alto comando com oito prints em quatro dias, com um interlocutor, ministro Fux? Essa é a periculosidade de Braga Netto? Ele coordenou isso mesmo? É surreal”, finalizou o advogado.
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