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Lula poderia desfazer 8 de janeiro ‘se quisesse’, afirma advogado de Almir Garnier

Durante o julgamento do Bolsonaro e outros sete réus, Demóstenes Torres disse que narrativa do 8 de janeiro é ‘bastante inverossímil’

Hora News|Do R7

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Durante a apresentação da defesa de Almir Garnier, ex-comandante da Marinha, no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados, nesta terça-feira (2), o advogado Demóstenes Torres afirmou que o presidente Lula tomou posse em 1º de janeiro de 2023 e, “se ele quisesse desfazer o que estava lá na frente, [...] ele teria acabado com aquela manifestação”, ao abordar os atos de 8 de janeiro do mesmo ano.

Torres defende que a "narrativa do 8 de janeiro é inverossível". “Se tivesse o Bolsonaro querido o evento do dia 8 de janeiro, com simples assovio, ele botava lá 200 mil pessoas, não 2.000”, completou.

O advogado alega ainda que a suposta desistência daqueles que planejavam um golpe de Estado os absolveria, e cita o episódio em que Rodrigo Janot teria ido armado ao STF para matar Gilmar Mendes, mas desistiu do ato.

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