EUA e Otan anunciam reforço de armamentos para Ucrânia e pressionam Rússia para acordo
Presidente americano, Donald Trump, e secretário-geral da aliança, Mark Rutte, falaram com a imprensa na Casa Branca nesta segunda (14)
Hora News|Do R7
Após o presidente americano, Donald Trump, receber nesta segunda-feira (14) o secretário-geral da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Mark Rutte, para discutir os rumos do órgão e o apoio à Ucrânia no conflito contra a Rússia, ambos fizeram uma declaração conjunta. Em sua fala, Trump comentou a influência dos Estados Unidos no mundo, listando os ataques contra o Irã, além das negociações para o fim de outros conflitos, como o entre Índia e Paquistão. O mandatário também afirmou que em breve “terá novidades sobre Gaza”.
Dentre as principais declarações feitas por Trump e pelo representante da aliança, estão o envio de armas para reforçar as defesas ucranianas, além da atualização dos armamentos da Otan, com a distribuição entre os países sob a responsabilidade da organização. “Em resumo, armas top de linha serão produzidas e enviadas para todos os países, em uma substituição de armamento”, declarou Rutte.
Sobre os armamentos enviados a Ucrânia, Rutte afirmou que os países europeus estão interessados em auxiliar no envio dos equipamentos e que essa seria apenas a primeira onda de envios, com outros ocorrendo futuramente. Já Trump afirmou que, apesar do envio de armamentos, a negociação continua sendo fundamental e é o que Vladimir Putin deveria fazer, uma vez que haverá uma movimentação rápida dos aliados: “Os países vão adotar essas medidas e os países também vão movimentar os equipamentos de forma rápida para chegar à Ucrânia. A velocidade agora é essencial, por isso é tudo muito importante.”
O presidente declarou não estar feliz com a situação e que, caso tivesse continuado no poder em 2020, a guerra não teria se estendido ao ponto que se encontra atualmente. Donald Trump ainda ameaçou impor tarifas secundárias contra Moscou, que, segundo ele, apesar das discussões com representantes americanos, continua atacando estruturas ucranianas.
“Se o conflito não acabar em 50 dias, teremos tarifas secundárias e espero que não cheguemos a esse ponto”, ameaçou o presidente ao também evocar outro projeto que está em discussão no Congresso americano, que pode aplicar sanções econômicas de até 500% contra os russos.
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